Targum

Targum (do Hebraico תרגום , no plural targumim) é o nome dado às traduções, paráfrases e comentários em aramaico da Bíblia hebraica (Tanakh) escritas e compiladas em Israel e Babilônia, da época do Segundo Templo até o início da Idade Média, utilizadas para facilitar o entendimento aos judeus que não falavam o hebraico como língua mãe, e sim o aramaico. Os dois targumim mais conhecidos são o Targum Onkelos sobre a Torá e o Targum Jonatã ben Uziel sobre os Nevi'im (profetas).[1]

A palavra aramaica para “interpretação” ou “paráfrase” é targum. A partir do tempo de Neemias, o aramaico veio a ser o idioma comum de muitos judeus que viviam no território da Pérsia, e, portanto, era necessário acompanhar as leituras das Escrituras Hebraicas com traduções para este idioma. Parece que assumiram sua presente forma final não antes do que por volta do quinto século d.C. Embora sejam apenas paráfrases do texto hebraico, e não uma tradução literal, fornecem rico fundo histórico do texto e ajudam a determinar algumas passagens difíceis e fazem referência ao real entendimento da cultura da época sobre os textos . Fazem-se freqüentes referências aos Targuns nas notas da Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas.

Targum
Targum do século XI

Referências

  1. http://www.jewishencyclopedia.com/articles/14248-targum
Aramaico

Aramaico é uma língua semítica pertencente à família linguística afro-asiática. O nome da língua é baseado no nome de Aram, uma antiga região do centro da Síria. Dentro dessa família, o aramaico pertence ao subgrupo semítico, e mais especificamente, faz parte das línguas semíticas do noroeste, que também inclui as línguas canaanitas assim como o hebraico e o fenício. A escrita aramaica foi amplamente adotada por outras línguas, sendo assim, ancestral do alfabeto árabe e hebraico moderno.

Foi a língua administrativa e religiosa de diversos impérios da Antiguidade, além de ser o idioma original de muitas partes dos livros bíblicos de Esdras e Daniel, assim como do Talmude.

O aramaico foi a língua falada por Jesus e ainda hoje é a língua materna de algumas pequenas comunidades no Oriente Médio, especialmente no interior da Síria; e sua longevidade se deve ao fato de ser escrito e falado pelos aldeões cristãos que durante milênios habitavam as cidades ao norte de Damasco, capital da Síria, entre elas reconhecidamente os vilarejos de Maalula e Yabrud, além dessas outras aldeias da Mesopotâmia, como Tur'Abdin ao sul da Turquia, fizeram com que o aramaico continuasse a ser falado até os dias de hoje.

Baruque

Baruc ou Baruque ou Baruk ben Neriá é um personagem bíblico, sendo também o nome de um dos livros deuterocanônicos, não um apócrifo, (assim considerados pela Igreja Católica e pela Igreja Ortodoxa) do Antigo Testamento da Bíblia, cuja autoria é atribuída ao próprio Baruque, que não era um simples escriba, mas um sofer, um alto funcionário da administração babilônica na Judeia.

Baruque teria sido um homem erudito e de família nobre, que foi secretário de Jeremias durante o Exílio na Babilônia do povo israelita na Babilônia.

Filho de Nerias, irmão de Seraías, amigo e secretário do profeta Jeremias (Jr 36,4 ss). Era homem erudito, de nobre família (Jr 51,59 ss), tendo servido fielmente ao profeta. Pelas instruções de Jeremias, escreveu Baruque as profecias daquele profeta, comunicando-as aos príncipes e governadores. E um destes foi acusar de traição o escrevente e o profeta Jeremias, mostrando ao rei, como prova das suas afirmações, os escritos, de que tinham conseguido lançar mão. Quando o rei leu os documentos, foi grande o seu furor. Mandou que fossem presos os dois, mas eles escaparam. Depois da conquista de Jerusalém pelos babilônios (586 a.C.), foi Jeremias bem tratado pelo rei Nabucodonosor - e Baruque foi acusado de exercer influência sobre Jeremias a fim de não fugirem para o Egito (Jr 43,3). Mas, por fim, foram ambos compelidos a ir para ali com a parte remanescente de Judá (Jr 43,6). Durante o seu encarceramento deu Jeremias a Baruque o título de propriedade daquela herdade que tinha sido comprada a Hanameel (Jr 32,8-12).

Bíblia Poliglota Complutense

Bíblia Poliglota Complutense é o nome por que é conhecida a primeira edição poliglota da Bíblia por inteiro, projeto do Cardeal Cisneiros. Incluía as primeiras versões impressas do Novo Testamento grego, a Septuaginta completa e o Targum Onkelos. Das seiscentas impressas, apenas 123 chegaram aos nossos dias.

Capítulos e versículos da Bíblia

Capítulos e versículos da Bíblia são subdivisões dos livros bíblicos. A Bíblia contêm 24 livros para os judeus, 66 para os protestantes, 73 para os católicos, e 78 para a maioria dos ortodoxos. Estes livros variam em tamanho, podendo ter de uma única página até dezenas, mas todos, até os mais curtos, são divididos em capítulos com cerca de uma página ou duas de extensão.

Cada capítulo está dividido em versículos, ou trechos de algumas linhas

ou frases curtas. Pasuk (pesukim no plural), é o termo hebraico para versículo.

A divisão judaica do texto hebraico difere sutilmente, em vários pontos, daquela usada pelos cristãos tanto para capítulos quanto para versículos, por exemplo, 1 Crônicas 5:27-41 das bíblias em hebraico é

numerado como I Crônicas 6:1-15

nas traduções cristãs. Há também pequenas variações entre as versões

católicas e as protestantes.

Nos dias atuais a Bíblia está disponível em várias plataformas modernas como por exemplo em sites, Smartfones e até tablets.

Ester

Ester (em hebraico : אסתר), também conhecida como Hadassa bat Avihail, tem sua história descrita no Tanakh e no Antigo Testamento. Foi esposa do rei persa Assuero (geralmente identificado como Xerxes, o rei persa que invadiu a Grécia e lutou contra os espartanos liderados por Leónidas I na Batalha das Termópilas e foi derrotado por Temístocles na Batalha de Salamina, mas também é identificado com seu filho Artaxerxès), e sua história é contada no Livro de Ester. Entre os judeus, Ester é celebrada na festa de Purim.

Segundo o Livro de Ester, essa mulher originária da Judeia, chamava-se Hadassa, que significa mirta, em hebraico. Quando ela entra para o harém real, recebe o nome de Ester, que possivelmente era a designação dada à mirta, pelos medos. A palavra é bastante próxima da raiz do termo que designa tanto "mirta" como "estrela", a forma da flor).

O Targum de Ester liga seu nome à palavra persa para "estrela", ستاره setareh (em grego, αστέρας, transl. astéras), explicando que ela era chamada assim por ser tão bela como "a estrela da manhã". No Talmud (Tratado Yoma 29a), Ester é comparada à "estrela da manhã" e é também considerada como tema do Salmo 22, cuja introdução é uma "canção para a estrela da manhã". Alguns estudiosos do Livro de Ester acreditam que o nome Ester deriva da deusa Ishtar, sendo "Ashtoreth" um segundo nome dado pela bíblia hebraica para a deusa Ishtar.

O Midrash interpreta o nome Ester em hebraico como tendo o sentido de "escondido". Ester escondia sua origem judia, conforme Mardoqueu lhe havia aconselhado.

Ketuvim

Ketuvim, é a terceira e última seção do Tanakh (a Bíblia hebraica), depois do Torah e do Nevi'im.

No hebraico, a palavra כתובים (ketuvim) significa "escritos". Nas traduções da Bíblia Hebraica, esta secção é normalmente intitulado "Escritos".

Na tradição judaica textual, os livros das crônicas são contado como um livro. Esdras e Neemias também são contados como um único livro chamado "Esdras". Assim, existe um total de onze livros na seção denominada Ketuvim (veja a enumeração na lista de livros abaixo).

Ligar e desligar (conceito religioso)

Ligar e Desligar é uma frase originalmente judia que aparece na Novo Testamento, bem como no Targum. Os termos ligar e desligar significam proibir por uma autoridade indiscutível e permitir por uma autoridade indiscutível. O Targum de um determinado Salmo (Salmos 58:5) implica que essas ações foram consideradas tão eficazes quanto a magia de um encantador.Os poskins possuem, devido a sua ordenação, o poder de decidir os conflitos relativos a lei religiosa judaica. Daí o nome das duas principais escolas de pensamento do judaísmo clássico que foram resumidas pela frase a escola de Shammai que liga, e a escola de Hillel que desliga.Teoricamente, no entanto, a autoridade dos poskins eram concedidas pelo Sinédrio, e há uma interpretação do Talmude que diz que três decisões consecutivas tomadas pela "Câmara Baixa de Julgamento" (o Sinédrio na Terra) eram confirmadas pela "Câmara Alta de Julgamento" (no Reino dos Céus), dando assim sua sanção suprema. Portanto a afirmação de Jesus de que tudo que seus apóstolos ligassem ou desligassem na terra, seria ligado ou desligado no céu em Mateus 18:18 é provavelmente, apenas uma adoção de uma frase popular no momento.Esta é, provavelmente, também o sentido da frase quando ela é aplicada no texto para Simão Pedro, em particular, Pedro é investido com o poder de ligar e desligar por Cristo no episódio conhecido como Confissão de Pedro.

Literatura rabínica

Literatura rabínica, no seu sentido mais abrangente, pode se referir a todo o espectro de escritos rabínicos ao longo da história do judaísmo. O termo também se refere, mais especificamente, à literatura da era talmúdica, em oposição à literatura rabínica medieval e moderna, e por isso corresponde ao termo hebraico Sifrut Hazal (ספרות חז"ל; "Literatura [de nossos] sábios [de] abençoada memória", onde Hazal normalmente se refere apenas aos sábios da era talmúdica). Este sentido mais específico de "literatura rabínica" — referindo-se aos Talmudim, ao Midrash, e outros escritos relacionados, porém quase nunca a textos posteriores — é como o termo geralmente é utilizado na literatura acadêmica contemporânea. Por outro lado, os termos meforshim e parshanim ("comentários" / "comentaristas") quase sempre se referem a escritores posteriores, pós-talmúdicos, autores de glosas rabínicas sobre os textos bíblicos e talmúdicos.

Este artigo discute a literatura rabínica em ambos os sentidos do termo. Começa com a literatura rabínica clássica da era talmúdica (Sifrut Hazal), e acrescenta um amplo panorama dos escritos rabínicos de períodos posteriores.

Manuscrito bíblico

Manuscrito bíblico - é o termo utilizado para referir-se a qualquer cópia feita a mão de um texto bíblico. A palavra Bíblia vem do grego biblion (livro). Já a palavra manuscrito vem do latim manu (mão) e scriptum (escrito). Manuscritos bíblicos variam grandemente em tamanho, indo desde pequeníssimos rolos de pergaminho contendo versos da escrituras judaicas (ver: Tefilin) até grandes códices poliglotas contendo tanto o Antigo Testamento (ou Tanakh) quanto o Novo Testamento, assim como textos não canônicos.

O estudo de manuscritos bíblicos é de grande importância, pois cópias manuscritas de textos costumam apresentar erros. A ciência da crítica textual (ver: Crítica da Bíblia) procura reconstruir o conteúdo dos textos originais a partir destes manuscritos, produzidos em geral antes da invenção da imprensa.

Midrash Rabá

Midrash Rabbah ou Midrax Rabá—Investigação (exegese) inclusiva para sermões e estórias. apresentado com termo Rabbá (רבה) que significa grande—o nome dado ao midrax para Gênesis—Midrash [Aggadico para Bereshit] Rabbah.

Milca

Este artigo é sobre a filha de Harã. Para Milca, filha de Zelofeade, veja Filhas de Zelofeade.Milca (relacionada com a palavra hebraica para "rainha") foi a filha de Harã e esposa de Naor em Gênesis.

Milca foi uma mulher da antiga Mesopotâmia e uma antepassada do patriarca Jacó. Ela nasceu de Harã, que também tinha outra filha, Iscá, e um filho Ló (Gênesis 11:27, 29). O pai de Milca morreu em Ur antes de seu pai Terá (Gênesis 11:28). Ela se casou com seu tio Naor, irmão de Harã e Abraão (Gênesis 11:29).

Apesar de Levítico posteriormente proibir casamentos entre tia e sobrinho (Levítico 18:14, 20:19), ele não descartou o casamento entre tio e sobrinha (veja, por exemplo, Gunther Plaut, A Torá: Um Comentário Moderno, 881. Nova York: UAHC, 1981.). O Talmude relata um homem que casou-se com a filha de sua irmã (Yevamot 62b-63a). No Talmude, o rabino Isaac iguala a irmã de Milca Iscá com Sara (até então Sarai), que casou-se com Abraão (até então Abrão), que também era seu tio (Sanhedrin 69b). Assim, de acordo com o rabino Isaac, as duas irmãs, Milca e Iscá, casaram-se com os dois irmãos Naor e Abraão.

Milca e Naor tiveram oito filhos, Uz, Buz, Quemuel, Quésede, Hazo, Pildas, Jidlafe e Betuel (Gênesis 22:21). Targum Jonatã diz que o Providência concedeu a concepção no mérito de sua irmã Sara (Targum Jonathan para Gênesis 22:20). Naor também teve quatro filhos com sua concubina, Reumá (Gênesis 22:24).

O filho de Milca, Betuel, mudou-se para Padã-arã e gerou Rebeca (Gênesis 22:23; 24:15, 24, 47). A neta de Milca, Rebeca, casou-se então com seu sobrinho Isaque (Gênesis 24:67; 25:20) e teve Jacó (Gênesis 25:21-26), que se tornou Israel (Genesis 32:28; 35:10). De acordo com um midrash, Milca foi a antecessora de todos os profetas do mundo (Yalkut Shimoni Balak 22:20).

Naftali

Naftali (em hebraico: נַפְתָּלִי, hebraico moderno: Naftali, tiberiano: Nap̄tālî; "Minha luta"), de acordo com o livro de Gênesis, foi o segundo filho de Jacó com Bila, e o sexto filho de Jacó. Ele foi o fundador da tribo israelita de Naftali. Entretanto, alguns estudiosos da bíblia veêm isso como uma pós-dicção, uma metáfora homônima que fornece uma etiologia da conexidade da tribo às outras na confederação israelita.

A descrição de Naftali é como uma gazela solta, e poderia destacá-lo como homem de corrida ligeira. O targum do pseudo-Jônatas lhe confere uma vida de 132 anos.

Nevi'im

Nevi'im (do hebraico נביאים) ou Profetas é uma das três seções do Tanakh, estando entre a Torá e Kethuvim.

Pentateuco samaritano

Pentateuco Samaritano ou Torá Samaritana é o nome que se dá à Torá usada pelos samaritanos. Os samaritanos recusam o restante dos livros do Tanakh, aceitando apenas sua Torá como livro inspirado. Os samaritanos os rejeitam por não aceitá-lo como vindo de Deus.

O Pentateuco samaritano está escrito no alfabeto samaritano, que é diferente do hebraico e era a forma de escrita usada antes do cativeiro babilônico (cerca de 597-586 a.C). Além da linguagem diferente, existem outras discrepâncias entre o Texto Massorético e a Torá Samaritana. Um exemplo é que na versão samaritana dos Dez Mandamentos, onde Deus conclama o povo que construa o altar no Monte Gerizim. O Pentateuco Samaritano ficou conhecido mundialmente, quando Pietro della Valle trouxe de Damasco em 1616 uma cópia do texto.

Peshitta

A Peshito ou Peshitta (siríaco clássico: ܦܫܝܛܬܐ‎ pšîṭtâ) é a versão padrão da Bíblia para as igrejas na tradição siríaca (ܠܫܢܐ ܣܘܪܝܝܐ - "L'shana Suryaya").

O nome é derivado do siríaco mappaqtâ pshîṭtâ; (ܡܦܩܬܐ ܦܫܝܛܬܐ), significando literalmente "a versão simples". Entretanto, é também possível traduzir o nome pshîṭtâ como "terra comum" (isto é, para todos os povos) ou "correcto", traduzido usualmente como "simples". Siríaco ("sy") é um dialecto (ou grupo de dialectos) do aramaico oriental que se escreve utilizando o alfabeto siríaco e é transliterado para o alfabeto latino de diferentes maneiras: Peshitta, Peshittâ, Pshitta, Pšittâ, Pshitto, Fshitto. Todas estas são aceitáveis, mas os termos "Peshitta" ou "Peshito" são as traduções mais convenientes em português.

O consenso dentro do conhecimento bíblico, apesar de não universal, é que o Antigo Testamento da Peshitta foi traduzido em siríaco do hebraico, provavelmente no século 2 DC e que o Novo Testamento da Peshitta foi traduzido do grego. Este Novo Testamento, originalmente excluindo certos livros contestados (2 Pedro, 2 João, 3 João, Judas, Apocalipse) tornou-se um padrão no início do século 5. Os cinco livros excluídos foram adicionados na Versão Harklean (616 DC) de Tomas de Harqel. Entretanto, a Peshitta da Sociedade Bíblica Unida de 1905 usou novas edições, preparadas pelo irlandês siríacista John Gwynn, para os livros desaparecidos.

Targum Jonatã

Targum Jonatã — A tradição talmúdica atribui sua autoria à Jonatã ben Uzziel, um discípulo de Hillel. Sua construção gramatical é idêntica ao do Targum Onquelo, embora. sua tradução seja feita de forma parafraseada. A tradução do Hebraico para o Aramaico de Jonatã, contem os livros dos Profetas (Josué, Juízes, 1-2 Samuel e 1-2 Reis) e dos últimos Profetas (Isaías, Jeremias, Ezequiel e os Doze Profetas Menores). Nos tempos talmúdicos, até hoje nas comunidades judaicas do Iêmen, o Targum Jonatã é lido como uma tradução verso-a-verso alternativamente com os versos hebraicos do haftorá na sinagoga. Desta forma, quando o Talmude afirma que "uma pessoa deve completar suas porções das escrituras junto com a comunidade, lendo as escrituras duas vezes e o targum uma vez," a passagem pode ser utilizada para se referir ao Targum Jonatã, bem como ao Targum Onquelo sobre a Torá.

Tradução da Bíblia

A Bíblia tem sido traduzida em muitos idiomas a partir do hebraico e do grego. A primeira tradução da Bíblia hebraica foi para o grego, a Septuaginta (LXX), que mais tarde se tornou o textus receptus do Antigo Testamento na Igreja e na base do seu cânon. A Vulgata latina por São Jerônimo foi baseada no hebraico para esses livros da Bíblia preservados no cânone judaico (o que se refletiu no Texto Massorético), e sobre o texto grego para o resto .

Outras traduções judéias antigas, tais como o Targum aramaico, escrito conforme o Texto Massorético da Bíblia hebraica, e todas as traduções medievais e modernas judaicas são baseados nos mesmos. Traduções cristãs também tendem a ser desenvolvidas com base no hebraico, embora algumas denominações prefiram a Septuaginta (ou citem escritos variantes de ambos). Traduções bíblicas incorporando a crítica textual moderna geralmente começam com o Texto Massorético, mas também levam em conta todas variáveis de todas as versões antigas. O texto original do Novo Testamento cristão está em grego koiné, e quase todas as traduções são baseadas mediante o texto grego.

A Vulgata latina era dominante no cristianismo através da Idade Média. Desde então, a Bíblia foi traduzida em muitos mais idiomas. As traduções inglesas da Bíblia, em especial, têm uma história rica e variada de mais de um milênio.

Tribo de José

A tribo de José foi uma das tribos de Israel, embora desde Efraim e Manassés juntos tradicionalmente constituíssem a tribo de José, que era muitas vezes não listada como uma das tribos, em favor de Efraim e Manassés a listada em seu lugar. Consequentemente, foi muitas vezes chamado de "Casa de José", para evitar o uso do termo tribo. De acordo com o Targum Pseudo-Jonatha, o estandarte da tribo de José, e a tribo de Benjamim, foi a figura de um menino, com a inscrição: a nuvem do Senhor repousava sobre eles, até que saíram do campo ( uma referência para eventos em Êxodo ). Havia óbvias diferenças linguísticas entre pelo menos uma porção de José e as outras tribos israelitas, já que no momento em que Efraim estavam em guerra com os israelitas da Gileade, sob a liderança de Jefté, a pronúncia de shibboleth como sibboleth foi considerado evidência suficiente para destacar indivíduos de Efraim, para que pudessem ser submetido a morte imediata pelos israelitas da Gileade.

No seu auge, o território de José atravessou o rio Jordão, a porção oriental sendo quase inteiramente adjacentes a partir da porção ocidental, a nordeste da porção oeste e sul ao oeste da porção oriental. A porção ocidental foi no centro de Canaã, a oeste do Jordão, entre a tribo de Issacar, ao norte, e a tribo de Benjamim, ao sul, a região que mais tarde foi chamado Samaria (para distinguir da Judeia ou Galileia ) consistia principalmente de a porção ocidental do José. A porção oriental de José foi o grupo israelita ao norte, a leste do Jordão, ocupando o norte terra do tribo de Gade, que se estende do Maanaim, no sul do Monte Hermon, no norte, e incluindo nele a toda a Basã. Esses territórios eram abundantes em água, um bem precioso em Canaã, e as porções montanhosas não só proteção, mas passou a ser altamente férteis; primeiros centros de religião israelita - Siquém e Shiloh - foram adicionalmente situado na região. O território de José foi, assim, uma das peças mais valiosas do país, e da Casa de José se tornou o grupo mais dominante no Reino de Israel.

Zacarias (profeta)

Zacarias, cujo nome "זְכַרְיָה" significa "Lembrou/Memória do Senhor", foi um dos profetas pós – exílicos do Antigo Testamento (Tanakh no Judaísmo). Ele é o autor do Livro de Zacarias.

Este é um nome teofórico, com o sufixo -iah uma forma curta do tetragrama, que era muito comumente utilizado nesta época para nomes de pessoas e lugares.

Ele foi contemporâneo de Ageu (Esdras 5:1). Com Ageu, ele foi chamado para despertar os judeus que retornaram, para completar a tarefa de reconstruir o e para anunciar que apenas os judeus se salvarão conforme o estudo de AC libere (Esdras 6:14). Como filho de Baraquias, filhos de Ido, ele era de umas das famílias sacerdotais da tribo de Levi. Ele é um dos mais messiânicos de todos os profetas do Antigo Testamento, dado referências distintas e comprovadas sobre a vinda do Messias.

Ele foi um profeta do Reino de Judá, e foi o décimo primeiro profeta dos doze profetas menores. Conforme Ezequiel, ele foi um profeta do exílio. Ele descreveu a si mesmo (Zacarias 1:1) como "o Filho de Baraquias." Em Esdras, foi chamado "o filho de Ido," que foi na realidade seu avô. Sua carreira profética iniciou-se no segundo ano de Dario I, Rei do Império Aquemênida (520 a.C.), cerca de seis anos antes do primeiro grupo que retornou do exílio babilônico.

Há indícios no Targum das Lamentações de que "Zacarias filho de Ido" teria sido morto no Templo., apesar de os estudiosos acreditarem ser esta uma referência para personalidade bíblica Zacarias filho de Jeoiada. Em Mateus 23:35, Jesus informa que Zacarias, filho de Baraquias, foi morto entre o santuário e o altar.

Noutras línguas

This page is based on a Wikipedia article written by authors (here).
Text is available under the CC BY-SA 3.0 license; additional terms may apply.
Images, videos and audio are available under their respective licenses.