Tabernáculo

Tabernáculo (em hebraico: מִשְׁכַּן, mishkan, "residência" ou "habitação"), de acordo com a Bíblia hebraica, era a habitação terrestre de Deus entre os filhos de Israel desde o tempo do Êxodo do Egito até a conquista da terra de Canaã. Construído em camadas de cortinas, juntamente com 48 placas revestidas com ouro polido, como persianas verticais mantidas em cinco barras por lado com a barra do meio e decoradas com itens feitos de ouro, prata, latão, peles, joias e outros materiais valiosos retirados do Egito Antigo pelas ordens de Deus, e de acordo com as especificações reveladas por Javé a Moisés no Monte Sinai, foram transportadas[1] pelos israelitas em sua jornada pelo deserto e sua conquista da terra prometida. O Templo de Salomão em Jerusalém substituiu-o como habitação de Deus cerca de 300 anos depois.

A principal fonte para o relato da construção do tabernáculo é o Livro do Êxodo, especificamente Êxodo 25-31 e 35-40. Ele descreve um santuário interior, o Santo dos Santos, que abrigava a Arca da Aliança, que era mantida sob o véu da cobertura, que era suspensa por quatro pilares e uma câmara externa (o "Lugar Santo"), contendo um refletor de ouro batido com o que é geralmente descrito como um suporte de candelabro com um eixo central que incorporava quatro tigelas em forma de amêndoa e seis ramos, cada um com três tigelas em forma de amêndoas e flores, 22 no total. Estava de pé na diagonal, cobrindo parcialmente uma mesa para o pão da proposição e com as sete lamparinas para fornecer luz junto com o altar do incenso.[2]

Esta descrição é geralmente identificada como parte da fonte sacerdotal,[2] escrita no século VI ou V a.C. Muitos estudiosos afirmam que é uma data muito posterior ao tempo de Moisés e que a descrição reflete a estrutura do Templo de Salomão, enquanto alguns sustentam que a descrição deriva das memórias de um verdadeiro santuário pré-monárquico, talvez o santuário em Siló.[2] Os estudiosos tradicionais afirmam que descreve um tabernáculo real usado no tempo de Moisés e depois disso.[3] De acordo com a alta crítica, uma fonte pré-exílica anterior, o Elohist ("E"), descreve o tabernáculo como um simples santuário em forma de tenda.[2]

Stiftshuette Modell Timnapark
Reconstituição do tabernáculo em Timna, Israel

Ver também

Referências

  1. Numbers 4:15
  2. a b c d Cross, F. L., ed. (2005). «Tabernacle». The Oxford Dictionary of the Christian Church. Nova Iorque: Oxford University Press
  3. «Tabernacle». Catholic Encyclopedia
Atos 7

Atos 7 é o sétimo capítulo dos Atos dos Apóstolos, de autoria de Lucas, o Evangelista, no Novo Testamento da Bíblia. Ele relata o discurso de Estêvão perante seus acusadores no Sinédrio antes de sua execução em Jerusalém.

Catedral da Bênção

A Igreja Tabernáculo Evangélico de Jesus (ITEJ), também chamada de Casa da Benção, é uma denominação evangélica pentecostal, que segundo dados do Censo IBGE 2010, contava com 125.550 membros sendo a 20° maior denominação evangélica brasileira.

Charles Spurgeon

Charles Haddon Spurgeon, referido como C. H. Spurgeon (Kelvedon, Essex, 19 de junho de 1834 — Menton, 31 de janeiro de 1892), foi um pregador batista calvinista britânico.

Converteu-se ao cristianismo em 6 de janeiro de 1850, aos quinze anos de idade. Aos dezesseis, pregou seu primeiro sermão; no ano seguinte tornou-se pastor de uma igreja batista em Waterbeach, Condado de Cambridgeshire (Inglaterra). Em 1854, Spurgeon, então com vinte anos, foi chamado para ser pastor da capela batista de New Park Street, Londres, que mais tarde viria a chamar-se Tabernáculo Metropolitano, transferindo-se para novo prédio.

Desde o início do ministério, seu talento para a exposição dos textos bíblicos foi considerado extraordinário. Sua excelência na pregação das Escrituras Bíblicas lhe renderam o título de O Príncipe dos Pregadores e O Último dos Puritanos.

Cibório (arquitetura)

Um cibório é um elemento arquitetónico que consiste em um baldaquino que coroa um altar ou tabernáculo, especialmente nos templos cristãos antigos. Apoia-se em geral em quatro colunas unidas entre si mediante arcos e é coberto por um teto plano ou com forma de pequena cúpula. Tem como finalidade proteger e destacar o altar ou, especificamente, o cofre em que se deposita o cibório.

Pode ser considerado como sinónimo de baldaquino, falando-se de «cibório» na arquitetura paleocristã, bizantina e românica, e «baldaquino» a partir do Renascimento. Para a época gótica podem ser usados ambos os termos.

O tabernáculo coberto pelo cibório, antes do Concílio de Trento, era colocado sobre uma parede do presbitério, e posteriormente passou a situar-se no centro do altar.

Coro do Tabernáculo Mórmon

O Coro do Tabernáculo da Praça do Templo (original: Tabernacle Choir at Temple Square) é um coral de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, vencedor do Grammy e Emmy Award. O Coro do Tabernáculo da Praça do Templo produz álbuns com interpretações de clássicos da música sacra e religiosa, assim como sucessos altruístas e edificantes da música popular. Seu atual diretor musical é Mack Wilberg.

Coroa do sumo sacerdote de Israel

O coroa de ouro (em hebraico: tsits ציץ) era a tiara usada pelo Sumo Sacerdote sempre que ele ia ministrar no Tabernáculo ou no Templo em Jerusalém.

O mandamento em relação ao coroa encontra-se em Êxodo 28:36-38:

[36] Também farás uma lâmina de ouro puro, e nela gravarás como as gravuras de selos: SANTIDADE AO SENHOR. [37] E atá-la-ás com um cordão de azul, de modo que esteja na mitra, na frente da mitra estará; [38] E estará sobre a testa de Arão, para que Arão leve a iniquidade das coisas santas, que os filhos de Israel santificarem em todas as ofertas de suas coisas santas; e estará continuamente na sua testa, para que tenham aceitação perante o SENHOR.

O coroa era uma pequena placa retangular de ouro maciço, gravada em letras hebraicas e furos, perfurados em cada um dos quatro cantos por onde os fios azuis eram enroscados (Êxodo 39:31), que apoiava o coroa no turbante do Sumo Sacerdote. Tradicionalmente, entende-se que um conjunto de fios eram colocados em torno da cabeça do sumo sacerdote, na base do turbante, e o outro era colocado sobre a coroa da cabeça, todas se encontrando na parte de trás da cabeça para fixar o coroa no lugar.

Êxodo 39:30 se refere ao coroa como a "coroa sagrada."

De acordo com o Talmude (B.Zevachim 88b), o uso do coroa expiava o pecado de arrogância por parte dos filhos de Israel.

Destruição de Jerusalém

Ao longo de sua história, a cidade de Jerusalém foi destruída, total ou parcialmente, em algumas ocasiões, vindo a ser reconstruída, posteriormente. Na Antiguidade, a destruição da cidade ocorreu em 3 momentos.

Levítico

Levítico (do grego Λευιτικόν, "Leuitikon", do original hebraico "torat kohanim") é o terceiro livro da Bíblia hebraica (em hebraico: וַיִּקְרָא, "Vaicrá" - "Chamado por Deus") e do Antigo Testamento cristão. O termo em português é derivado do latim "Leviticus", emprestado do grego, e é uma referência aos levitas, a tribo de Aarão, os primeiros sacerdotes judaicos ("kohanim"). Endereçado a todo o povo de Israel (Levítico 1:2), o livro contém algumas passagens específicas para os sacerdotes (Levítico 6:8, por exemplo). A maioria de seus capítulos (1-7; 11-27) são discursos de Deus no monte Sinai a Moisés, que recebeu a missão de repeti-las aos israelitas, durante o Êxodo (Êxodo 19:1). O Livro do Êxodo narra como Moisés liderou os israelitas na construção do Tabernáculo (caps. 35-40), que era uma tenda que servia como "templo" móvel dos judeus durante a jornada pelo deserto, com base nas instruções de Deus (25-31). Seguindo a narrativa no Levítico, Deus conta aos israelitas e a seus sacerdotes como realizar as ofertas no Tabernáculo e como se portar enquanto estavam acampados à volta da tenda do santuário. Os eventos no Levítico ocorreram durante o período de trinta a quarenta e cinco dias entre o fim da construção do Tabernáculo (Êxodo 40:17) e a despedida dos israelitas do Sinai (Números 1:1, Números 10:11).

As instruções no Levítico enfatizam práticas rituais, legais e morais ao invés de crenças. Mesmo assim, elas refletem a visão de mundo da história da criação em Gênesis 1, quando Deus revela o desejo de viver entre os homens. O livro ensina que a realização fiel dos rituais no santuário tem o poder de tornar isto possível se o povo se mantiver longe do pecado e das impurezas sempre que possível. Os rituais, especialmente os relativos ao pecado e as oferendas decorrentes, são formas de se obter o perdão (caps. 4-5) e a purificação das impurezas (11-16) para que Deus possa continuar a viver no Tabernáculo.

Livro do Êxodo

Livro do Êxodo ou simplesmente Êxodo (do em grego antigo: ἔξοδος, éxodos, "saída" ou "partida"; em hebraico: שְׁמוֹת, Shəmōṯ, "nomes", a segunda palavra do começo do texto: "Ora estes são os nomes dos filhos de Israel, que entraram no Egito") é o segundo livro da Torá (vem logo depois de Gênesis) e o segundo da Bíblia hebraica (o Antigo Testamento dos cristãos).Ele conta a história do Êxodo, ou seja, de como os israelitas deixaram para trás a escravidão no Egito por sua fé em Javé, que escolheu Israel como seu povo. Liderados por seu profeta, Moisés, eles viajaram pelo deserto até o monte Sinai, onde Javé lhes promete a terra de Canaã (a "Terra Prometida") como recompensa por sua fidelidade. Os israelitas passam a fazer parte da aliança com Javé, que lhes fornece suas leis e instruções para a construção do Tabernáculo. Segundo o relato, Javé então desceu do céu e habitou com eles, liderando o povo na guerra santa para conquistar a terra e conseguir a paz.

Tradicionalmente atribuído ao próprio Moisés, os estudiosos modernos entendem que o livro foi, inicialmente, produzido no cativeiro da Babilônia (século VI a.C.) tendo como base tradições escritas e orais mais antigas com revisões finais no período pós-exílio (século V a.C.). Alguns estudiosos defendem que este é o mais importante livro do Antigo Testamento, pois ele define as principais características da identidade de Israel: a memória de um passado marcado por dificuldades e pela fuga, uma aliança com Deus, que escolheu Israel, e o estabelecimento de uma vida comunitária e as leis necessárias para mantê-la.

Livro dos Números

Livro dos Números (do grego Ἀριθμοί, "Arithmoi"; em hebraico: בְּמִדְבַּר, Bəmiḏbar, "No deserto [de]") é o quarto dos cinco livros da Torá, a primeira seção da Bíblia hebraica, e do Antigo Testamento cristão. O nome em português é derivado do latim "Numeri" e é uma referência aos dois censos dos israelitas citados no texto. Este livro tem uma longa e complexa história, mas sua forma final provavelmente é resultado de uma edição sacerdotal de uma fonte javeísta realizada em algum momento no início do período persa (século V a.C.).

Números começa no monte Sinai, onde os israelitas haviam recebido suas leis e renovado sua aliança com Deus, que passou a habitar entre eles no Tabernáculo. A próxima missão era tomar posse da Terra Prometida. A população é contada e preparativos são realizados para reassumir a marcha até lá. Os israelitas reassumem a jornada, mas logo aparece um rumor sobre as dificuldades da viagem e questionamentos sobre a autoridade de Moisés e Aarão. Por causa disto, Deus destrói aproximadamente 15 000 deles através de formas variadas. Eles chegam até a fronteira de Canaã e enviam espiões para reconhecer o terreno. Ao ouvir o temeroso relato deles sobre as condições encontradas, os israelitas se apavoram e desistem de se apoderar do território. Deus condena-os todos à morte no deserto até que uma nova geração possa crescer para assumir a tarefa. O livro termina com a nova geração na planície de Moab pronta para cruzar o rio Jordão.

Este livro marca o final da história do êxodo de Israel da opressão no Egito Antigo e sua viagem para conquistar a terra prometida por Deus a Abraão. Por isso, Números conclui narrativas iniciadas no Gênesis e elaboradas no Livro do Êxodo e no Levítico: Deus havia prometido que os israelitas que eles seriam grandes (ou seja, seriam numerosos), que eles teriam uma relação especial com Javé, seu Deus, que eles conquistariam a terra de Canaã. Números também demonstra a importância da santidade (tema fundamental do Levítico), fé e confiança: apesar da presença de Deus e de seus sacerdotes, Israel ainda não tem fé suficiente e, por isso, a conquista da terra prometida fica para uma nova geração.

Monte Sinai

Do grego, o Monte Sinai (também conhecido em hebraico como Monte Horebe, ou em árabe como Jebel Muça, que significa “Monte de Moisés”) está situado no sul da península do Sinai, no Egito. Esta região é considerada sagrada por três religiões: judaísmo, cristianismo e islamismo.

É um pico de granito com uma altitude de 2285 metros onde, segundo a Bíblia e a tradição judaica, Moisés recebeu as Tábuas da Lei. Ao longo dos séculos foram sendo construídos sobre o monte e à sua volta vários locais de culto e acumulados tesouros da cultura religiosa.

No pico do monte encontra-se a pequena Capela da Santíssima Trindade, construída em 1934 sobre as ruínas de uma igreja do século XVI, onde se pensa que existiria a sarça ardente – no entanto, o Mosteiro de Santa Catarina, no sopé do monte, clama a mesma localização. Entre a base e o pico, existe uma escadaria escavada na rocha com cerca de 4000 degraus (leva 3 horas a subir), chamada “Sikket Saydna Musa”, que significa, em árabe, “O Caminho de Moisés”.

750 degraus abaixo do pico, existe uma plataforma onde Aarão e os 70 sábios esperaram, enquanto Moisés recebia as Tábuas da Lei (Êxodo 24:14) e uma caverna, chamada “Retiro de Elias”, local onde Deus falou com Elias após 40 dias de caminhada pelo deserto (1 Reis 19:8-9). A noroeste deste ponto, encontra-se o monte Safesafa, onde viveram eremitas bizantinos, como São Gregório e, logo abaixo deste pico, encontra-se a planície de Arraá, onde os israelitas acamparam enquanto Moisés subia à montanha e onde, depois ergueu o primeiro tabernáculo.

Esta ligação do Monte Sinai com a Bíblia atraiu muitos peregrinos ao longo dos séculos e uma das mais famosas foi a imperatriz Helena, no século IV que fez ali construir uma igreja, a Capela da Sarça Ardente, no local onde ainda se encontra vivo um arbusto de Rubus sanctus, que os monges acreditam ser a sarça ardente original. Imediatamente se estabeleceu ali uma comunidade monástica e, para proteger a igreja e os monges dos ataques de beduínos, o imperador Justiniano I mandou construir uma muralha à volta da igreja, no ano 542 e os edifícios que são hoje o Mosteiro Ortodoxo de Santa Catarina.

Sacrário

Sacrário ou Tabernáculo é um pequeno cofre colocado sobre o altar para guardar a píxide ou o ostensório, onde está a Eucaristia. Em muitos casos está situado em capela própria, a Capela do Santíssimo.

Sin ti

Sin ti é uma telenovela mexicana produzida por Angelli Nesma para a Televisa e exibida pelo Canal de las Estrellas entre 8 de dezembro de 1997 e 10 de abril de 1998, substituindo El secreto de Alejandra e sendo substituída por Una luz en el camino.

É um remake da telenovela Verônica, produzida em 1980. A trama é protagonizada por Gabriela Rivero e René Strickler e antagonizada por Adamari López e Roberto Vander.

Sumo Sacerdote de Israel

Sumo Sacerdote de Israel (em hebraico guita, transl. Kohen Gadol) é o nome dado ao mais alto posto religioso do antigo povo de Israel e posteriormente a época do exílio babilônico. O sumo sacerdote coordenava o culto e os sacrifícios, primeiro no tabernáculo e depois no Templo de Jerusalém. De acordo com a tradição bíblica, apenas os descendentes de Arão, irmão de Moisés, poderiam ser elevados ao cargo, ainda que posteriormente esta norma foi abolida por eventos políticos. Posteriormente à época do exílio babilônico, durante o período do Império Aquemênida persa, do Egito da dinastia ptolomaica e do império selêucida, submetido ao governador da Síria, até o ano de 37 a.c. Posteriormente, os sumo sacerdotes passariam a ser indicados por Roma. Durante este período, o sumo sacerdote presidia o Sinédrio, a assembleia sacerdotal de Israel. Para alguém exercer o cargo de sacerdote, deveria ser da linhagem da tribo de Levi e escolhido pelo deus de israel Jeová .

Templo de Jerusalém

O Templo de Jerusalém (em hebraico: בית המקדש, beit hamiqdash) foi uma série de construções que se localizavam no Monte do Templo na Cidade Velha de Jerusalém, o atual local do Domo da Rocha e da Mesquita Al-Aqsa. Esses templos sucessivos ficavam naquele local e funcionavam como um centro de culto e adoração do antigo povo israelita e, posteriormente, judaico. É também chamado de Templo Sagrado (Hebraico: בֵּית־הַמִּקְדָּשׁ, Hebraico moderno: Bēt HaMīqdaš, Tibetano: Bēṯ HaMīqdāš, Asquenaz: Bēs HaMīqdoš; Árabe: بيت المقدس Beit Al-Maqdis; Ge'ez: ቤተ መቅደስ: Betä Mäqdäs).

O Tabernáculo foi o primeiro templo usado pelos hebreus até a construção de um templo fixo. Era chamado de Templo do Senhor.. Sua principal característica é que o Tabernáculo era móvel, devido a necessidade do povo se deslocar pelo deserto durante o Êxodo do Egito até a conquista da Terra Prometida.

Terceiro Templo

Terceiro Templo (em hebraico: בית המקדש השלישי: Beit haMikdash haShlishi) refere-se a uma série de pontos de vista, expectativas e projetos sobre a construção de um terceiro Templo de Jerusalém. Este templo seria o terceiro espaço religioso central para os judeus após o Templo de Salomão e o Segundo Templo. Embora não tenha sido construído, as perspectivas de conclusão são importantes na escatologia judaica.

Túnica do sumo sacerdote de Israel

A túnica bordada (ketonet) era a túnica usada pelo Sumo Sacerdote de Israel e pelos sacerdotes, quando serviam no Tabernáculo e no Templo em Jerusalém.

Era feito de linho puro, cobrindo todo o corpo desde o pescoço até os pés, com mangas alcançando os pulsos. A do Sumo Sacerdote era bordada,(Êxodo 28:40) e as dos sacerdotes eram planas (Êxodo 28:40)

Éxodo 28:4 "Estas pois são as vestes que farão: um peitoral, um éfode, um manto, uma túnica bordada, uma mitra e um cinto; farão, pois, as vestes sagradas para Arão, teu irmão, e para seus filhos, a fim de me administrarem o ofício sacerdotal"

– Almeida Atualizada.

No Dia da Expiação, o Sumo Sacerdote mudaria para uma ketonet especial feitaa de linho fino, que não seria bordada quando ele entrasse no Santo dos Santos. A túnica bordada só poderia ser usado uma vez, com um novo jogo feito para cada ano.

Éfode

Éfode de modo geral, era um manto ou xaile, mas que para o Sumo Sacerdote de Israel era um artigo de vestuário exterior particular, no estilo de uma túnica ou avental.

Para este superior hebreu, era uma antiga vestimenta feita de linho fino, carmesim, estofo azul e púrpura, e bordado a ouro, que continha os nomes das doze tribos de Israel e era utilizada por cima das suas vestes, ao apresentar-se a Deus no lugar do Santo dos Santos, no templo de Salomão.

Era feito em dois pedaços unidos que se estendiam para a frente e para atrás do corpo, em duas partes que eram apertadas junto ao ombro, fixado com dois ganchos de ouro,com uma pedra de ônix gravada em cada lado.

Estruturas
Elementos
Sacerdotal
História
Monte do Templo
Ver também

Noutras línguas

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