Salomão

Salomão foi um rei de Israel (mencionado, sobretudo, no Livro dos Reis), filho de David com Bate-Seba, que teria se tornado o terceiro rei de Israel, governando durante cerca de quarenta anos (segundo algumas cronologias bíblicas, de 966 a 926 a.C.). Salomão também é o escritor de Provérbios e Eclesiastes, livros sapienciais da Bíblia.

Salomão
Rei de Israel
King-Solomon-Russian-icon

Ícone de Salomão em monastério russo.
Reinado 970 a.C. - 931 a.C
Consorte Anelise, Filha do faraó Siamón

700 esposas oficiais e 300 concubinas (Segundo I Reis 11:3)

Antecessor(a) David
Sucessor(a) Roboão (em Judá)
Jeroboão (em Israel)
Casa Casa de Davi
Nascimento 990 a.C.
  Jerusalém
Morte 931 a.C.
  Jerusalém
Pai David
Mãe Bate-Seba

Salomão na tradição bíblica

O nome Salomão ou Shlomô (em hebraico: שלמה), deriva da palavra Shalom, que significa "paz" e tem o significado de "Pacífico". Também chamado de Jedidias (em árabe سليمان Sulayman) pelo profeta Natã. 2 Samuel (II Samuel 12:24-25).

Foi quem, segundo a Bíblia (em Reis e em Crônicas), ordenou a construção do Templo de Jerusalém, no seu 4.º ano, também conhecido como o Templo de Salomão. Depois disso, mandou construir um novo Palácio Real para o Sumo Sacerdote, o Palácio da Filha de Faraó, a Casa de Cedro do Líbano e o Pórtico das Colunas. A descrição do seu trono era exemplar único em seus dias. Mandou construir fortes muralhas na cidade de Jerusalém, bem como diversas cidades fortificadas e torres de vigia.

Salomão se notabilizou pela sua grande sabedoria, prosperidade e riquezas abundantes, bem como um longo reinado próspero,mas com alguns inimigos. No livro de 1 Reis (I Reis 11:14) podemos ver que o Senhor Deus levanta adversários contra o rei, são estes:

  • Hadade, o edomita que queria vingança pelo seu povo, que havia sido derrotado em Edom, pelas mãos de Davi seu pai;
  • Rezom, filho de Eliada que fugiu de Hadaezer, rei de Zobá seu senhor, com o objetivo de se vingar também da descendência de Davi, pelo motivo de Davi ter matado seus homens de guerra quando Rezom foi capitão de um esquadrão, como diz em I Reis 11:24.
  • E Jeroboão, que também se levantou contra Salomão como conta os versículos 26 à 32 de 1 Reis 11.

Após a sua morte ocorreu o cisma nas tribos de Israel, originando o Reino de Judá (formado pelas duas tribos), ao Sul, e o Reino de Israel Setentrional (formado pelas dez tribos), ao Norte.

Riquezas de Salomão

"O peso do ouro que se trazia a Salomão cada ano era de seiscentos e sessenta e seis talentos de ouro"[1] de tributos, além das outras fontes que não eram o próprio povo.[2] "Todas as taças de que se servia o rei Salomão eram de ouro,[...]não havia nelas prata, porque nos dias de Salomão não se dava a ela estimação nenhuma",[3] ou seja, a riqueza em ouro do rei era tamanha que não precisava demonstrar sua riqueza em prata. Uma hipérbole bíblica: "Fez o rei que, em Jerusalém, houvesse prata como pedras e cedros (madeira nobre) em abundância como os sicômoros (espécie de árvore comum na região) que estão nas planícies."[4]

"O rei tinha no mar uma frota de Társis, com as naus de Hirão; de três em três anos, voltava a frota de Társis, trazendo ouro, prata, marfim, bugios e pavões. Assim, o rei Salomão excedeu a todos os reis do mundo, tanto em riqueza como em sabedoria. Todo o mundo procurava ir ter com ele para ouvir a sabedoria que Deus lhe pusera no coração. Cada um trazia o seu presente: objetos de prata e de ouro, roupas, armaduras, especiarias, cavalos e mulas, assim, ano após ano."[5]

O rei Salomão realizou uma expedição a Ofir, terra cuja localização é imprecisa. "Dentre as sugestões apresentadas estão o oeste da Arábia, o cabo Horn, na África, a Índia e até mesmo o Brasil."[6] Nesta expedição ele contou com o apoio de seu amigo, o rei de Tiro, Hirão, que enviou-lhe marinheiros experientes.[7] A descrição da expedição é "Chegaram a Ofir e tomaram de lá quatrocentos e vinte talentos de ouro, que trouxeram ao rei Salomão".[8]

Templo de Salomão

Salomão ordenou a construção do primeiro Templo de Jerusalém, que começou a ser construído no quarto ano de seu governo, no segundo mês do ano 480 depois da saída de Israel do Egito. Foram necessários 30 000 trabalhadores para serrar a madeira no Líbano, 70 000 para o transporte das cargas e 80 000 que talhavam as pedras nas montanhas, além de 3 300 chefes-oficiais.[9]

O templo media sessenta côvados de comprimento, vinte de largura e trinta de altura.[10] Era todo revestido em seu interior por cedro, madeiras nobres, e nenhuma pedra se via; o chão era de tábuas de cipreste, também madeira nobre; posteriormente cobriu-se todo o interior do templo de ouro puro.[11] O Santo dos Santos, câmara mais especial, que guardava a Arca da Aliança, era revestido totalmente de ouro, e era um cubo cuja aresta media vinte côvados.[12] O altar também foi coberto de ouro. O templo também apresentava enormes átrios (pátios) exteriores[13]

Reinado de Salomão

Ingobertus 001
Salomão em seu trono
Ingobertus, c. 880, Basílica de São Paulo Extramuros, Roma

Existem diferentes datas para divisão do reino de Israel. Veja isso em Cronologia bíblica.

Adonias, o filho primogênito de David, proclamou-se pretendente ao trono e sucessor de seu pai. Segundo os profetas, era da vontade divina que o sucessor fosse Salomão, filho de David e Bate-Seba. Visto que Salomão não era o herdeiro imediato ao trono, isso levou a intrigas e conspirações pelos partidários de Adonias. O direito de Salomão ao trono é assegurado mediante ação decidida de sua mãe, do Sumo Sacerdote Zadoque e do profeta Natã, com aprovação do idoso rei David. Logo que se tornou rei, Salomão eliminou todos os conspiradores e consolidou o seu reinado.

Diferentemente de seu pai, Salomão não se tornou um líder guerreiro, pois isso não foi necessário. Soube manter a grande extensão territorial que herdara de seu pai. Mostrou, de acordo com a tradição judaica, ser um grande governante e um juiz justo e imparcial. Soube habilmente desenvolver o comércio externo e da indústria, as relações diplomáticas com países vizinhos, o que levou a um progresso considerável das cidades israelitas.

Salomão casou-se com uma filha do faraó Siamón (Anelise) e recebeu como dote de casamento a cidade cananeia de Gezar. Renovou a aliança comercial com Hirão, Rei de Tiro. Ficou conhecido por ter ordenado a construção do Templo de Jerusalém (também conhecido como o Templo de Salomão), no monte Moriá. Isto ocorreu no seu 4º ano de reinado, exatamente no 480.º ano (479 anos completos mais alguns dias ou meses) após o Êxodo de Israel do Egipto. (Os historiadores e exegetas bíblicos consideram esta data como artificial, embora haja alguns biblistas que a consideram uma sincronização autêntica.)

Após isso mandou construir fortes muralhas na cidade de Jerusalém, bem como mandou reconstruir e fortificar diversas cidades (como por exemplo, Megido, Bete-Seã, Hazor…) e construir cidades-armazém.

Salomão organizou uma nova estrutura administrativa, dividindo as terras em 12 distritos administrativos governados por funcionários nomeados diretamente pela administração central. No exército, deu especial importância a cavalaria e aos carros de guerra. Dispunha no porto de Eziom-Geber, no golfo de Aqaba de uma frota de navios comerciais de longo curso, chamados de "navios de Társis".

Segundo I Reis 11:3, A estas nações uniu-se Salomão por seus amores. Teve setecentas esposas de classe principesca e trezentas concubinas. E suas mulheres perverteram o coração.

Cisma de Roboão

Com a sua morte, Roboão, seu filho, sucedeu-lhe no trono. Em vez de ouvir o conselho dos anciãos das tribos de Israel para aliviar a carga tributária e os trabalhos compulsórios impostos por seu pai, ele mandou aumentá-los. Isso levou à rebelião das tribos setentrionais e à divisão do reino em dois novos reinos: o Israel Setentrional (ou Reino das Dez Tribos, tendo como rei Jeroboão I cuja capital se tornou Siquém) e o Israel Meridional (tendo por capital Jerusalém e como rei, Roboão).

Tradição posterior

A tradição posterior imputaria a Salomão grande sabedoria e ao seu reinado o status de época áurea. Ele é considerado dentro da tradição judaico-cristã, como o homem mais sábio que já viveu até então. A Bíblia nos relata que no seu reinado diversos reis e governantes vinham a Israel fazer perguntas e receber conselhos do rei Salomão, incluindo a rainha de Sabá. Durante os séculos posteriores, diversas obras de outros autores eram imputadas a Salomão, para dar-lhes valor.

História do bebê

A Salomão é atribuída a famosa história de que duas mulheres foram ao seu palácio. Duas mulheres tiveram filhos juntos, um dos filhos morreu e a mãe do que morreu, pegou o da outra mãe. De manhã, ela percebeu que aquele que tinha morrido não era seu filho e começaram a discutir. Foram até o palácio do rei Salomão e contaram-lhe a história. Ele mandou chamar um dos guardas e lhe ordenou: "Corte o bebê ao meio e dê um pedaço para cada uma". Falado isso, uma das mães começou a chorar e disse: "Não, eu prefiro ver meu filho nos braços de outra do que morto nos meus", enquanto a outra disse: "Pra mim é justo". Salomão, reconhecendo a mãe na primeira mulher, mandou que lhe entregassem o filho.[14]

Salomão na tradição islâmica

O rei Salomão aparece no Corão com o nome de Sulayman ou Suleiman. No Islão, é considerado como um profeta e um grande legislador da parte de Alá.

Salomão, à luz da História e da Arqueologia

O principal documento que diz a respeito do rei Salomão é a própria Bíblia, que diz que ele tinha centralizado um reino amplo e próspero, conforme descrito no Livro dos Reis. Ademais, tendo sido Salomão um rei famoso por sua sabedoria e riqueza (como mostrado na Bíblia), tanto que a Rainha de Sabá ouviu a fama de Salomão, viajou a Jerusalém e se encantou com a sua sabedoria. Entretanto, as menções acerca da riqueza de Salomão e do reino de Israel presentes na Bíblia não são apenas superficiais, mas relatam expressivas fortunas, como a adquirida na expedição a Ofir, onde o lucro foi de cerca de dezesseis toneladas de ouro (precisamente 420 talentos de ouro),[15] e a necessária para a construção do Templo de Salomão.

Em 2010, foram descobertas antigas fortalezas escavadas em Jerusalém que sustentam a narrativa bíblica da época do Rei Salomão.[16] Já em 2013, uma equipe de arqueólogos encontrou uma mina de cobre em Israel, evidenciando, através de fezes de animais, que o local fora usado para produção do metal em larga escala, no século X a.C., época de Salomão. A partir do fato, os pesquisadores consideraram verossímil que os adornos narrados na Bíblia tenham, de fato, sido usados na construção do templo.[17]

Títulos nobiliárquicos e tratamentos

  • 971 a.C.-931 a.C.: O rei Salomão do Reino Unido de Israel e Judá

Por ser um rei muito antigo, Salomão não tinha um tratamento moderno na forma como conhecemos hoje. O soberano reinante era tratado como "Senhor" ou "Meu Rei".

Ver também

Referências

  1. Bíblia de Genebra, 2° Edição Revisada e Ampliada, Página 463, I Reis 10:14
  2. Bíblia de Genebra, 2° Edição Revisada e Ampliada, Página 463, I Reis 10:15
  3. Bíblia de Genebra, 2° Edição Revisada e Ampliada, Página 463, I Reis 10:21
  4. Bíblia de Genebra, 2° Edição Revisada e Ampliada, Página 463, I Reis 10:27
  5. Bíblia de Genebra, 2° Edição Revisada e Ampliada, Página 463, I Reis 10:23-25
  6. Bíblia de Genebra, 2° Edição Revisada e Ampliada, Página 462, I Reis 10:26-28
  7. Bíblia de Genebra, 2° Edição Revisada e Ampliada, Página 462, I Reis 10:27
  8. Bíblia de Genebra, 2° Edição Revisada e Ampliada, Página 462, I Reis 10:28
  9. Bíblia de Genebra, 2° Edição Revisada e Ampliada, Páginas 451 e 452, I Reis 5:13-18
  10. Bíblia de Genebra, 2° Edição Revisada e Ampliada, Página 452, I Reis 6:2
  11. Bíblia de Genebra, 2° Edição Revisada e Ampliada, Páginas 452 e 453, I Reis 6:15,21
  12. Bíblia de Genebra, 2° Edição Revisada e Ampliada, Páginas 452 e 453, I Reis 6:20,21
  13. Bíblia de Genebra, 2° Edição Revisada e Ampliada, Página 453, I Reis 6:22
  14. Bíblia de Genebra, 2° Edição Revisada e Ampliada, Página 449, I Reis 3:16-28
  15. Bíblia de Genebra, 2° Edição Revisada e Ampliada, Página 462, I Reis 9:26-28
  16. «Ruínas de três mil anos fornecem prova da existência do Rei Salomão - Mundo - iG». Último Segundo
  17. «A riqueza do Rei Salomão e os registros arqueológicos». 7 de junho de 2017. Consultado em 7 de junho de 2017
Precedido por:
David
Rei de Judá
49 anos
Sucedido por:
Roboão
Rei de Israel
49 anos
Sucedido por:
Jeroboão I
7 de julho

7 de julho é o 188.º dia do ano no calendário gregoriano (189.º em anos bissextos). Faltam 177 para acabar o ano.

Campanha nas Ilhas Salomão

A Campanha nas Ilhas Salomão foi a maior campanha militar da Guerra do Pacífico durante a Segunda Guerra Mundial. A campanha começou quando os Japoneses desembarcaram tropas e ocuparam várias áreas nas Ilhas Salomão Britânicas e em Bougainville no Território de Nova Guiné, durante os seis primeiros meses de 1942. Os japoneses ocuparam estas localidades e começaram a construir vários portos e campos aéreos com o objetivo de proteger o flanco de sua força invasora na Nova Guiné, fazendo uma base de segurança em Rabaul na Nova Bretanha para promover as bases para cortar a linha de suprimentos entre as potências Aliadas dos Estados Unidos, Austrália e Nova Zelândia.

Os Aliados, a fim de defender suas rotas de comunicação e de suprimentos no Pacífico Sul, decidiram contra-atacar na Nova Guiné e isolar a base japonesa em Rabaul, e lançar uma contra-ofensiva aos japoneses em Guadalcanal (ver Batalha de Guadalcanal) e outras ilhas menores a partir de 8 de agosto de 1942. Esses ataques deram início a uma série de sangrentos combates entre os beligerantes, começando em Guadalcanal e continuando em vários engajamentos ao norte das Ilhas Salomão, e ao redor das Ilhas de Nova Geórgia e Bougainville.

A campanha foi lutada em terra, no mar e no ar, com os Aliados derrotando os Japoneses, infligindo a eles terriveis baixas. Os Aliados retomaram as Ilhas Salomão (apesar de ainda ter havido alguns combates na localidade até o fim da guerra) e eles também isolaram ou neutralizaram várias posições japonesas nas proximidades. A campanha nas Ilhas Salomão então convergiu na campanha para retomar as ilhas da Nova Guiné.

David

David, também grafado no Brasil como Davi, filho de Jessé, o efrateu, do clã de Perez nasceu em Belém (ca. 1 040 a.C.), e foi o segundo rei sobre todo o Reino Unificado de Israel, após a morte de Isboset, sucessor de Saul, filho de Quis, com a capital em Jerusalém. Isso foi antes de sua cisão, após Salomão, vindo Jeroboão, a ser o primeiro rei de "Israel dividida" (dez tribos, "Reino do Norte"), e Roboão, filho de Salomão o primeiro rei de Judá (remanescente, duas tribos, "Reino do sul"). Saul fora escolhido rei pelo povo; a Davi, O Senhor Yahweh Deus escolhera-o e ungira-o rei.

As descobertas arqueológicas da Estela de Tel Dã e a Pedra Moabita onde são encontradas citações ao Reino de Judá e a Casa de David, colocando, o reino de Judá e a Dinastia de David, num contexto histórico extrabíblico, desmitificando, a crença iluminista, que os colocava como parte da mitologia bíblica (Ver; Crítica bíblica e Crítica à Bíblia), porém, a vida do personagem, David, pode ser descrita apenas através do relato bíblico.

Ilhas Salomão

As Ilhas Salomão (em inglês Solomon Islands, pronunciado: [ˈsɒləmən ˈaɪləndz]) são um país no oceano Pacífico, na Melanésia, situados no arquipélago de mesmo nome (com excepção das ilhas Bougainville, Buka e outras ilhas menores que constituem a extremidade noroeste do arquipélago). O país inclui também as ilhas Santa Cruz e outras ilhas e atóis isolados. Tem fronteiras marítimas com a Papua-Nova Guiné, a oeste, com Nauru, a nordeste, e com Vanuatu, a sudeste. A capital e maior cidade do país é Honiara.

As ilhas foram habitadas por milhares de anos. Em 1568, o navegador espanhol Álvaro de Mendaña foi o primeiro europeu a chegar ao lugar, nomeando-os como Islas Salomón. A Grã-Bretanha definiu sua área de interesse no arquipélago das Ilhas Salomão em junho de 1893, quando o capitão Gibson RN, do HMS Curacoa, declarou o sul das Ilhas Salomão um protetorado britânico. Durante a Segunda Guerra Mundial, a Campanha nas Ilhas Salomão (1942-1945) sediou ferozes combates entre os Estados Unidos e o Império do Japão, como a Batalha de Guadalcanal.

O nome oficial da então administração britânica foi mudado de "Protetorado Britânico das Ilhas Salomão" para apenas "Ilhas Salomão" em 1975, e o autogoverno foi alcançado no ano seguinte. A independência foi obtida em 1978. Hoje, o estado soberano é uma monarquia constitucional com a Rainha Elizabeth II como chefe de Estado. Rick Houenipwela é o atual primeiro-ministro.

Ilhas Salomão nos Jogos Olímpicos

As Ilhas Salomão participaram pela primeira vez dos Jogos Olímpicos em 1984, e têm mandado atletas para participarem de todas as edições dos Jogos Olímpicos de Verão desde então. A nação nunca participou dos Jogos Olímpicos de Inverno.

Até 2008, nenhum atleta da Ilha Salomão havia conseguido uma medalha olímpica.

O Comitê Olímpico Nacional das Ilhas Salomão foi criado em 1983 e reconhecido pelo COI no mesmo ano.

Ilhas Salomão nos Jogos Olímpicos de Verão da Juventude de 2010

As Ilhas Salomão participaram dos Jogos Olímpicos de Verão da Juventude de 2010 em Singapura. Sua delegação foi composta de apenas três atletas, que competiram em dois esportes.

Ilhas Salomão nos Jogos Olímpicos de Verão de 1988

As Ilhas Salomão participaram dos Jogos Olímpicos de Verão de 1988 em Seul, na Coreia do Sul. Não conquistaram nenhuma medalha, nem de ouro, nem de prata, nem de bronze. Esta foi a segunda participação do país em Jogos Olímpicos.

== Referências ==

Ilhas Salomão nos Jogos Olímpicos de Verão de 1996

Ilhas Salomão participou dos Jogos Olímpicos de Verão de 1996 em Atlanta, Estados Unidos.

Ilhas Salomão nos Jogos Olímpicos de Verão de 2000

As Ilhas Salomão participaram dos Jogos Olímpicos de Verão de 2000 em Sydney, Austrália.

Ilhas Salomão nos Jogos Olímpicos de Verão de 2004

As Ilhas Salomão competiram nos Jogos Olímpicos de Verão de 2004, em Atenas, na Grécia.

Ilhas Salomão nos Jogos Olímpicos de Verão de 2008

As Ilhas Salomão participaram dos Jogos Olímpicos de Verão de 2008, em Pequim, na China. O país estreou nos Jogos em 1984 e esta foi sua 7ª participação.

Ilhas Salomão nos Jogos Olímpicos de Verão de 2012

Ilhas Salomão enviou uma equipe de quatro atletas para competir nos Jogos Olímpicos de Verão de 2012, em Londres, na Grã-Bretanha.

Ilhas Salomão nos Jogos Olímpicos de Verão de 2016

Ilhas Salomão participou dos Jogos Olímpicos de Verão de 2016, que foram realizados na cidade do Rio de Janeiro, no Brasil, entre os dias 5 e 21 de agosto de 2016.

== Referências ==

Mar de Salomão

O mar de Salomão é um mar aberto no sudoeste do oceano Pacífico. Está compreendido entre as ilhas Salomão, das quais recebe o nome, o arquipélago Bismarck, Nova Guiné e mar de Coral. Tem uma área de cerca de 720 000 km². Trata-se de um mar profundo, destacando a fossa de Nova Bretanha a norte, com uma profundidade máxima de 9140 metros, a depressão das Salomão no centro e a fossa de São Cristóvão no sudeste.

A principal cidade que é banhada pelas suas águas é Honiara, capital das Ilhas Salomão, na ilha de Guadalcanal

Neste mar disputaram-se numerosas batalhas da Guerra do Pacífico (1937-1945) antes e durante a Segunda Guerra Mundial.

Ordem dos Templários

A Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão (em latim: "Pauperes commilitones Christi Templique Salomonici"), conhecida como Cavaleiros Templários, Ordem do Templo (em francês: Ordre du Temple ou Templiers) ou simplesmente como Templários, foi uma ordem militar de Cavalaria. A organização existiu durante cerca de dois séculos na Idade Média (1118-1312), tendo sido fundada no rescaldo da Primeira Cruzada de 1096, com o propósito original de proteger os cristãos que voltaram a fazer a peregrinação a Jerusalém após a sua conquista.

Os seus membros faziam votos de pobreza, castidade, devoção e obediência, usavam mantos brancos com a característica cruz vermelha, e o seu símbolo passou a ser um cavalo montado por dois cavaleiros. Tendo em conta o local onde originalmente se estabeleceram (o monte do Templo em Jerusalém, onde existira o Templo de Salomão, e onde se ergue a atual Mesquita de Al-Aqsa) assim como o voto de pobreza e de fé em Cristo, denominaram-se "Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão".

O sucesso dos Templários esteve vinculado ao das Cruzadas. Quando a Terra Santa foi perdida, o apoio à Ordem reduziu-se. Rumores acerca da cerimónia de iniciação secreta dos Templários criaram desconfianças, e o rei Filipe IV de França - também conhecido como Filipe, o Belo - profundamente endividado com a Ordem, começou a pressionar o papa Clemente V a tomar medidas contra eles. Em 1307, muitos dos membros da Ordem em França foram detidos e queimados publicamente. Em 1312, o papa Clemente dissolveu a Ordem.

O súbito desaparecimento da maior parte da infraestrutura europeia da Ordem deu origem a especulações e lendas que mantêm o nome dos Templários vivo até aos dias de hoje.

Templo

Templo (do latim templum, "local sagrado") é uma estrutura arquitetônica dedicada ao serviço religioso, como culto. O termo também pode ser usado em sentido figurado. Neste sentido, é o reflexo do mundo divino, a habitação de Deus sobre a terra, o lugar da Presença Real. É o resumo do macrocosmo e também a imagem do microcosmo: 'o corpo é o templo do Espírito Santo' (I, Coríntios, 6, 19).

Todos os templos autênticos envolvem um simbolismo cósmico. Podemos citar, como exemplo, o templo edificado por Salomão a Jeová. Ele representava o cosmo e cada objeto ali existente obedecia a uma ordem. O candelabro de 7 braços simbolizando os 7 planetas; a Mesa, a ação de graças por tudo que se realizou na ordem terrestre; sobre a mesa, 12 pães simbolizando os meses do ano: os pães da proposição ou das faces divinas. A pedra fundamental do templo sendo o centro do mundo, ponto onde se comunicam o terrestre e o celeste. Dessa mesma forma, como centro do mundo, encontramos na Índia, em Angkor, em Java, representações do monte Meru, que é, a um só tempo, o eixo e o centro do mundo.

Templo de Salomão

De acordo com a Bíblia hebraica, o Templo de Salomão, também conhecido como Primeiro Templo, foi o Templo Sagrado (em hebraico: בֵּית־הַמִּקְדָּשׁ: Beit HaMikdash) na antiga Jerusalém antes da sua destruição por Nabucodonosor II após o cerco de Jerusalém de 587 a.C. e sua posterior substituição pelo Segundo Templo no século VI aC.

A Bíblia hebraica afirma que o templo foi construído sob o reinado de Salomão, rei do Reino Unido de Israel e Judá e que, durante o Reino de Judá, o templo foi dedicado a Javé, e cujo interior habitava a Arca da Aliança. O historiador judeu Josefo diz que "o templo foi queimado 470 anos, 6 meses e 10 dias depois de ter sido construído", embora fontes rabínicas afirmem que o Primeiro Templo ficou de pé por 410 anos e, com base em Seder Olam Rabá, a construção do local em 832 a.C. e sua destruição foi 422 a.C., 165 anos depois do que as estimativas seculares.

Por causa das sensibilidades religiosas envolvidas e da situação politicamente volátil em Jerusalém, apenas foram realizadas pesquisas arqueológicas limitadas sobre o Monte do Templo. Não foram permitidas escavações arqueológicas no Monte do Templo durante os tempos modernos. Portanto, há poucas peças de evidências arqueológicas da existência do Templo de Salomão. Uma romã de marfim que menciona sacerdotes na casa "de --- h" e uma inscrição que registra a restauração do Templo sob o reinado de Joás apareceu no mercado das antiguidades, mas sua autenticidade foi questionada e é objeto de controvérsia.

Templo de Salomão (IURD)

O Templo de Salomão é uma réplica do Templo de Salomão, citado na Bíblia e a sede mundial da Igreja Universal do Reino de Deus, construída no bairro do Brás, distrito do Belém, São Paulo, Brasil. É um dos mais visitados pontos turísticos do Brasil, ultrapassando o Cristo Redentor e o Pão de Açucar, ambos do Rio de Janeiro. Em seu primeiro ano de funcionamento, o Templo obteve mais de 2 milhões de visitas. E em 2017 ganhou um certificado de excelência pelo site TripAdvisor. Chega a receber cerca de 400 mil fiéis por mês. A edificação foi inspirada em características da construção do Segundo Templo de Jerusalém. Esse localizava-se em Jerusalém, Israel, e fora destruído por Nabucodonosor II da Babilónia em 586 a.C. É um dos maiores espaços religiosos do país e teve o custo de construção de 680 milhões de reais.

Noutras línguas

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