Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) - (acrônimo de United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization) é uma agência especializada das Nações Unidas (ONU) com sede em Paris, fundada em 4 de novembro de 1946 com o objetivo de contribuir para a paz e segurança no mundo mediante a educação, ciências naturais, ciências sociais/humanas e comunicações/informação.

As atividades culturais procuram a salvaguarda do patrimônio cultural o estímulo da criação e a criatividade e a preservação das entidades culturais e tradições orais, assim como a promoção dos livros e a leitura. Em matéria de informação, a UNESCO promove a livre circulação de ideias por meios audiovisuais, fomenta a liberdade de imprensa e a independência, o pluralismo e a diversidade dos meios de informação, através do Programa Internacional para a Promoção da Comunicação.

UNESCO persegue seus objetivos através de cinco grandes programas: educação, ciências naturais, ciências sociais/humanas, cultura e comunicação/informação. Projetos patrocinados pela UNESCO incluem programas de alfabetização, técnicos e de formação de professores, programas científicos internacionais, promoção de mídia independente e liberdade de imprensa, projetos de história regional e cultural, promoção de diversidade cultural, traduções de literatura mundial, acordos de cooperação internacional para garantir o patrimônio cultural e natural mundial (Patrimônio Mundial) e para preservar os direitos humanos, e tenta superar a divisão digital mundial. É também membro do Grupo de Desenvolvimento das Nações Unidas.[1]

Seu principal objetivo é reduzir o analfabetismo no mundo. Para isso a UNESCO financia a formação de professores, uma de suas atividades mais antigas, é a criação de escolas em regiões de refugiados. Na área de ciência e tecnologia, promoveu pesquisas para orientar a exploração dos recursos naturais. Outros programas importantes são os de proteção dos patrimônios culturais e naturais além do desenvolvimento dos meios de comunicação. A UNESCO criou o World Heritage Centre para coordenar a preservação e a restauração dos patrimônios históricos da humanidade, com atuação em 112 países.

Small Flag of the United Nations ZP.svg Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura - UNESCO
Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura
Emblema da UNESCO
Tipo Órgão Executivo da Organização das Nações Unidas
Acrônimo UNESCO
Comando França Audrey Azoulay
Status Ativa
Fundação 4 de novembro de 1946 (72 anos)
Sede Paris,  França
Website www.unesco.org
Organização das Nações Unidas

História

A UNESCO surgiu ainda no tempo da Liga das Nações que criou uma comissão em 21 de setembro de 1921, para estudar a questão da Educação e Cultura.[2] O Comitê Internacional de Cooperação Intelectual (ICIC) foi oficialmente criado em 4 de janeiro de 1922, como um órgão consultivo composto por pessoas eleitas com base em suas qualificações pessoais. O Instituto Internacional de Cooperação Intelectual (IIIC) foi criado em Paris em 9 de agosto de 1925, para atuar como uma agência executora para a CICI.[3] Em 18 de Dezembro de 1925, o Bureau Internacional de Educação (IBE) começou a trabalhar como uma organização não-governamental a serviço do desenvolvimento educacional internacional.[3] No entanto, o trabalho destas organizações foi interrompida com o início da Segunda Guerra Mundial.

Depois a assinatura da Carta do Atlântico e da Declaração das Nações Unidas, a Conferência de Ministros Aliados da Educação (CAME) iniciou reuniões em Londres, que continuaram entre 16 novembro de 1942 a 5 de Dezembro de 1945. Em 30 de outubro de 1943, a necessidade de uma organização internacional foi expressa na Declaração de Moscou, acordado entre a China, o Reino Unido, os Estados Unidos e a União Soviética. Isto foi seguido pelas propostas da Conferência de Dumbarton Oaks, de 9 de outubro de 1944. Sobre a proposta da CAME e de acordo com as recomendações da Conferência das Nações Unidas sobre Organização Internacional (UNCIO), realizada em San Francisco em abril a junho de 1945, uma Conferência das Nações Unidas foi feita para estabelecimento de uma organização educacional e cultural (ECO/CONF), que foi convocada em Londres entre 1 a 16 novembro de 1945. Quarenta e quatro governos estavam representados. Na conferência da Constituição da UNESCO foi apresentada e assinada por 37 países, e uma Comissão Preparatória foi estabelecida.[4] A Comissão Preparatória foi feita entre 16 de novembro de 1945 a 4 de novembro de 1946 - a data em que Constituição da UNESCO entrou em vigor após sua ratificação.[4]

Julian Huxley and 2 sons
O primeiro diretor-geral, Julian Huxley

A primeira Conferência Geral aconteceu entre 19 deley para o cargo de Diretor-Geral.[5] A Constituição foi alterada em novembro de 1954, quando a Conferência Geral decidiu que os membros do Conselho Executivo seriam representantes pelos governos dos Estados, e não pelos interesses pessoais.[6] Esta mudança distingue a UNESCO de seu antecessor, o CICI, em termos de como os Estados-Membros trabalham juntos em campos da Organização de competência. Como os Estados-Membros trabalharam juntos ao longo do tempo da UNESCO, fatores políticos e históricos moldaram o funcionamento da Organização, em particular durante a Guerra Fria, o processo de descolonização, e a dissolução da URSS.

Entre as principais realizações da Organização é o seu trabalho contra o racismo, com declarações e discursos feito pela organização,[7] e concluindo com a Declaração de 1978 sobre a Raça e o Preconceito Racial.[8] Em 1956, a África do Sul se retirou da UNESCO, alegando que algumas das publicações da Organização ascenderam a "interferência" nos "problemas raciais" do país.[9] A África do Sul voltou a ser membro da Organização em 1994, na presidência de Nelson Mandela.

Os primeiros trabalhos da UNESCO no campo da educação incluiu o projecto-piloto de ensino fundamental no Vale Marbial, no Haiti, iniciado em 1947.[10] Este projeto foi seguido por missões de peritos em outros países, incluindo, por exemplo, uma missão no Afeganistão em 1949.[11] Em 1948, a UNESCO recomendou que os Estados-Membros deveriam tornar o ensino primário obrigatório e universal.[12] Em 1990 a Conferência Mundial sobre Educação realizada em Jomtien, na Tailândia, lançou um movimento global para oferecer educação básica para todas as crianças, jovens e adultos.[13] Dez anos depois, no Fórum Mundial de Educação de 2000 realizado em Dakar, no Senegal, os governos membros se comprometeram em alcançar a educação básica para todos até 2015.[14]

As atividades iniciais da UNESCO no campo da cultura incluem, por exemplo, a Campanha da Núbia, lançada em 1960.[15] O objetivo da campanha era para mover o Grande Templo de Abul-Simbel para ele não ser pelo Rio Nilo depois da construção da Barragem de Aswan. Durante a campanha de 20 anos, 22 monumentos e conjuntos arquitetônicos foram realocados. Esta foi a primeira e maior de uma série de campanhas, incluindo o Moenjodaro (no Paquistão), Fes (no Marrocos), Catmandu (no Nepal), Borobudur (na Indonésia) e a Acrópole (na Grécia). O trabalho da Organização sobre o patrimônio levou à adoção, em 1972, da Convenção sobre a Protecção do Património Mundial Cultural e Natural.[16] O Comitê do Patrimônio Mundial foi criado em 1976 e os primeiros sites inscritos na Lista do Patrimônio Mundial em 1978.[17] Desde então, importantes instrumentos jurídicos sobre o patrimônio cultural e diversidade foram adotadas pessoas e paz e amor da UNESCO em 2003,)[18] e 2005.[19]

Conference 1
Uma conferência realizada em 1977.

Uma reunião intergovernamental da UNESCO realizada em Paris em dezembro de 1951 levou à criação do Conselho Europeu para Pesquisas Nucleares (CERN)[20] em 1954.

Uma reunião intergovernamental da UNESCO realizada em Paris em dezembro de 1951 levou à criação do Conselho para Pesquisas Nucleares da UNESCO (CERN) em 1954.[20]

O Programa Arid Zone (1948-1966), é outro exemplo de um projeto importante da UNESCO no campo das ciências naturais.[21] Em 1968, a UNESCO organizou a primeira conferência intergovernamental que visam conciliar o meio ambiente e o desenvolvimento, um problema que continua a ser abordado no campo do desenvolvimento sustentável. O principal resultado da conferência de 1968 foi a criação do Programa da Biosfera.[22]

No campo da comunicação, o livre fluxo de informações tem sido uma prioridade para a UNESCO desde os seus primórdios. Nos anos após a Segunda Guerra Mundial, os esforços foram concentrados na reconstrução e na identificação das necessidades de meios de comunicação ao redor do mundo. A UNESCO começou a organizar a formação e educação para os jornalistas na década de 1950.[23] Em resposta aos apelos para uma "informação do Novo Mundo e pela Ordem no Comunicação" no final de 1970, a UNESCO criou a Comissão Internacional para o Estudo dos Problemas da Comunicação,[24] que produziu o relatório MacBride de 1980 (nomeado após o presidente da Comissão, o Prêmio Nobel da Paz Seán MacBride).[25] Na sequência do relatório MacBride, a UNESCO introduziu a Sociedade da Informação para Todos,[26] o programa às Sociedades do Conhecimento[27] e a criação da Sociedade da Informação em 2003 (Genebra) e em 2005 (Tunis).

Em 2011, a Palestina tornou-se membro da UNESCO após uma votação em que 107 Estados-Membros apoiaram e 14 foram contra.[28][29] As leis aprovadas nos Estados Unidos em 1990 e 1994, significaram que não pode contribuir financeiramente para qualquer organização da ONU que aceita a Palestina como um membro pleno. Como resultado, ele irá retirar o seu financiamento que responde por cerca de 22% do orçamento da UNESCO.[30] Israel também reagiu a admissão da Palestina à UNESCO congelando os bens da UNESCO em Israel e impondo sanções à Autoridade Palestina,[31] alegando que a admissão da Palestina seria prejudicial "para as negociações de paz".[32]

Em 12 de outubro de 2017, os Estados Unidos anunciaram oficialmente a decisão de se retirar da Unesco a partir de 2018. Como justificativa, o governo estadunidense alegou que a retirada se deu por conta da "necessidade de reformas fundamentais na organização e pela continuidade do viés anti-Israel na Unesco".[33] No mesmo dia, o Governo de Israel tomou a mesma decisão e se retirou da Unesco.[34]

Missões e prioridades

UNESCO Brasília Office
Escritória da UNESCO em Brasília.

A missão da UNESCO é contribuir para a "construção da paz", reduzindo a pobreza, promovendo o desenvolvimento sustentável e o diálogo intercultural, através da educação, ciências, cultura, comunicação e informação. A Organização concentra, em particular, duas prioridades globais: a diminuição da taxa de analfabetismo e a igualdade de gênero.[35]

Outras prioridades da Organização incluem a busca da qualidade da educação para todos e da educação continuada, buscando novos desafios éticos e sociais, promovendo a diversidade cultural, construindo sociedades de conhecimento inclusivo através da informação e comunicação.[36]

As metas amplas e objetivos concretos da comunidade internacional - tal como estabelecido nas metas de desenvolvimento acordadas internacionalmente, incluindo as metas de desenvolvimento do milênio - apoiam todas as estratégias e atividades da UNESCO.

Estados membros

Em 2011 a UNESCO contava com 193 Estados-membros e 9 membros associados.[37] Alguns membros não são estados independentes e outros membros têm comitês de organização nacional de alguns dos seus territórios dependentes.[38]

Os estados integrantes da UNESCO são os estados membros das Organização das Nações Unidas (exceto Estados Unidos, Israel e Liechtenstein), Ilhas Cook, Niue, e o Estado da Palestina.[39][40]

Diretores-gerais da UNESCO

Diretor Início do mandato Fim do mandato País
1 Hux-Oxon-72 Julian Huxley 1946 1948 Reino Unido
2 JAIME TORRES BODET 1902, ESCRITOR, POETA Y POLITICO MEXICANO (13451293993) Jaime Torres Bodet 1948 1952 México
3 John Wilkinson Taylor 1952 1953 Estados Unidos
4 Luther Evans Luther Evans 1953 1958 Estados Unidos
5 Vittorino Veronese 1958 1961 Itália
6 René Maheu (France), UNESCO Director General (1961-1974) René Maheu 1961 1974 França
7 Matar Mbow Amadou-Mahtar M'Bow 1974 1987 Senegal
8 Federico Mayor Zaragoza 1-1 Federico Mayor Zaragoza 1987 1999 Espanha
9 Koichiro Matsuura (UNESCO) (2)- presidenciagovar- 29MAR07 Koichirō Matsuura 1999 2009 Japão
10 Irina Bokova by Maureen Lynch Irina Bokova 2009 2017 Bulgária
11 Audrey Azoulay (cropped) Audrey Azoulay 2017 atualmente França (com ascendência em Marrocos)

Conferências-gerais da UNESCO

Esta é a lista das conferências-gerais que a Organização realizou desde 1946:

  • 1ª Conferência Geral (Paris, 1946) - presidida por Léon Blum (França)
  • 2ª Conferência Geral (Cidade do México, 1947) - presidida por Manuel Gual Vidal (México)
  • 3ª Conferência Geral (Beirute, 1948) - presidida por Hamid Bey Frangie (Líbano)
  • 1ª sessão extraordinária (Paris, 1948)
  • 4ª Conferência Geral (Paris, 1949) - presidida por Ronald Walker (Austrália)
  • 5ª Conferência Geral (Florença, 1950) - presidida por Count Stefano Jacini (Itália)
  • 6ª Conferência Geral (Paris, 1951) - presidida por Howland Sargeant (Estados Unidos)
  • 7ª Conferência Geral (Paris, 1952) - presidida por Sarvepalli Radhakrishnan (Índia)
  • 2ª sessão extraordinária (Paris, 1953)
  • 8ª Conferência Geral (Montevidéu, 1954) - presidida por Justino Zavala Muñiz (Uruguai)
  • 9ª Conferência Geral (Nova Délhi, 1956) - presidida por Maulana Abul Kalam Azak (Índia)
  • 10ª Conferência Geral (Paris, 1958) - presidida por Jean Berthoin (França)
  • 11ª Conferência Geral (Paris, 1960) - presidida por Akale-Work Abte-Wold (Etiópia)
  • 12ª Conferência Geral (Paris, 1962) - presidida por Paulo de Berrêdo Carneiro (Brasil)
  • 13ª Conferência Geral (Paris, 1964) - presidida por Norair Sissakian (União Soviética)
  • 14ª Conferência Geral (Paris, 1966) - presidida por Bedrettin Tuncel (Turquia)
  • 15ª Conferência Geral (Paris, 1968) - presidida por Willian Eteki-Mboumoua (Camarões)
  • 16ª Conferência Geral (Paris, 1970) - presidida por Atilio Dell'Oro Maini (Argentina)
  • 17ª Conferência Geral (Paris, 1972) - presidida por Toru Haguiwara (Japão)
  • 3ª sessão extraordinária (Paris, 1973)
  • 18ª Conferência Geral (Paris, 1974) - presidida por Magda Joboru (Hungria)
  • 19ª Conferência Geral (Nairóbi, 1976) - presidida por Taaita Toweett (Quênia)
  • 20ª Conferência Geral (Paris, 1978) - presidida por Napoléon LeBlanc (Canadá)
  • 21ª Conferência Geral (Belgrado, 1980) - presidida por Ivo Margan (Iugoslávia)
  • 4ª sessão extraordinária (Paris, 1982)
  • 22ª Conferência Geral (Paris, 1983) - presidida por Saïd Tell (Jordânia)
  • 23ª Conferência Geral (Sófia, 1985) - presidida por Nikolaï Todorov (Bulgária)
  • 24ª Conferência Geral (Paris, 1987) - presidida por Guillermo Putzeys Alvarez (Guatemala)
  • 25ª Conferência Geral (Paris, 1989) - presidida por Anwar Ibrahim (Malásia)
  • 26ª Conferência Geral (Paris, 1991) - presidida por Bethwell Allan Ogot (Quênia)
  • 27ª Conferência Geral (Paris, 1993) - presidida por Ahmed Saleh Sayyad (Iêmen)
  • 28ª Conferência Geral (Paris, 1995) - presidida por Torben Krogh (Dinamarca)
  • 29ª Conferência Geral (Paris, 1997) - presidida por Eduardo Portella (Brasil)
  • 30ª Conferência Geral (Paris, 1999) - presidida por Jaroslava Moserova (República Tcheca)
  • 31ª Conferência Geral (Paris, 2001) - presidida por Ahmad Jalali (Irã)
  • 32ª Conferência Geral (Paris, 2003) - presidida por Laura Bush (Estados Unidos)
  • 33ª Conferência Geral (Paris, 2005) - presidida por António Burity da Silva (Brasil)
  • 34ª Conferência Geral (Paris, 2007) - presidida por George N. Anastassopoulos (Grécia)
  • 35ª Conferência Geral (Paris, 2009) - presidida por Davidson Hepburn (Bahamas)
  • 36ª Conferência Geral (Paris, 2011) - presidida por Katalin Bogyay (Hungria)
  • 37ª Conferência Geral (Paris, 2013) - presidida por Hao Ping (China)
  • 38ª Conferência Geral (Paris, 2015) - presidida por Stanley Mutumba Simataa (Namíbia)
  • 39ª Conferência Geral (Paris, 2017) - presidida por Zohour Alaou (Marrocos)

Ver também

Referências

  1. «UNDG Members». United Nations Development Group. Consultado em 8 de agosto de 2011. Arquivado do original em 11 de maio de 2011
  2. «Publications Issued by The League of Nations» (PDF). League of Nations. Consultado em 6 de janeiro de 2017
  3. a b «A Chronology of UNESCO 1945-1987» (PDF). UNESCO. Dezembro de 1987. Consultado em 6 de janeiro de 2017
  4. a b «Conference for the Establishment of the United Nations Educational, Scientific and Cultural Orgonization» (PDF). UNESCO. 16 de novembro de 1945. Consultado em 6 de janeiro de 2017
  5. «General Conference: First Session» (PDF). UNESCO. Dezembro de 1946. Consultado em 6 de janeiro de 2017
  6. «RECORDS of the General Conference: Eighth Session in Montevideo 1954» (PDF). UNESCO. 1955. Consultado em 6 de janeiro de 2017
  7. «Statements by Experts on Race Problems» (PDF). UNESCO. 20 de julho de 1950. Consultado em 6 de janeiro de 2017
  8. «Records of the General Conference: Twentieth Session» (PDF). UNESCO. Novembro de 1978. Consultado em 6 de janeiro de 2017
  9. «Report by the Director General on the Activities of the Organization» (PDF). UNESCO. Novembro de 1955. Consultado em 6 de janeiro de 2017
  10. Unesco (1 de janeiro de 1951). The Haiti Pilot Project, Phase One [1947-1949] (em inglês). [S.l.]: UNESCO
  11. «Report of the Mission to Afghanistan» (PDF). UNESCO. 1952. Consultado em 6 de janeiro de 2017
  12. «Resolutions Adopted by the General Conference During it's Second Session» (PDF). UNESCO. Dezembro de 1947. Consultado em 6 de janeiro de 2017
  13. «World Conference on Education for All» (PDF). UNESCO. 9 de março de 1990. Consultado em 6 de janeiro de 2017
  14. «The Dakar Framework for Action» (PDF). UNESCO. 28 de abril de 2000. Consultado em 6 de janeiro de 2017
  15. «The International Campaign to Save the Monuments of Nubia» (PDF). UNESCO. 26 de agosto de 1980. Consultado em 6 de janeiro de 2017
  16. «Resolutions Recommendations» (PDF). UNESCO. Novembro de 1972
  17. «Intergovernamental Comittee for the Protection of the World Cultural and Natural Heritage» (PDF). UNESCO. Outubro de 1978. Consultado em 6 de janeiro de 2017
  18. «Records of the General Conference: 32nd Session» (PDF). UNESCO. 17 de outubro de 2003. Consultado em 6 de janeiro de 2017
  19. «Records of the General Conference: 33rd session» (PDF). UNESCO. 21 de outubro de 2005. Consultado em 6 de janeiro de 2017
  20. a b «Resolutions and Decisions Adopted by the Executive Board at it's Twenty-Sixth Session» (PDF). UNESCO. Julho de 1951. Consultado em 6 de janeiro de 2016
  21. «Records of the General Conference of UNESCO: Third Session» (PDF). UNESCO. 1948. Consultado em 6 de janeiro de 2017
  22. «Use and Conservation of the Biosphere» (PDF). UNESCO. 13 de setembro de 1968. Consultado em 6 de janeiro de 2017
  23. «International Expert Meeting on Professional Training for Journalism» (PDF). UNESCO. Abril de 1956. Consultado em 6 de janeiro de 2017
  24. «Approved Progamme and Budget for 1977-1978» (PDF). UNESCO. Fevereiro de 1977. Consultado em 6 de janeiro de 2017
  25. «Many Voices One World» (PDF). International Commission for The Study of Communication Problems. Consultado em 6 de janeiro de 2017
  26. «UNESCO and an Information Society for All» (PDF). UNESCO. Maio de 1996. Consultado em 6 de janeiro de 2017
  27. «Ministerial Round Table on "Towards Knowledge Societies"» (PDF). UNESCO. 14 de outubro de 2003. Consultado em 6 de janeiro de 2017
  28. «General Conference admits Palestine as UNESCO Member». United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization. 19 de janeiro de 2012. Consultado em 7 de janeiro de 2017
  29. Blomfield, Adrian (31 de outubro de 2011). «US withdraws Unesco funding after it accepts Palestinian membership». The Telegraph. Consultado em 31 de outubro de 2011
  30. Erlanger, Steven; Sayare, Scott (31 de outubro de 2011). «Unesco Approves Full Membership for Palestinians». The New York Times . Consultado em 31 de outubro de 2011
  31. Ravid, Barak (4 de novembro de 2016). «After UNESCO Vote, Israeli Sanctions on Palestinian Authority Anger U.S.». Haaretz (em inglês)
  32. «Israel freezes UNESCO funds - CNN». 16 de janeiro de 2013. Consultado em 7 de janeiro de 2017
  33. G1, ed. (12 de outubro de 2017). «Estados Unidos anunciam saída da Unesco». Consultado em 13 de outubro de 2017
  34. «Após Estados Unidos, Israel decide se retirar da Unesco». Estado de Minas. 12 de outubro de 2017. Consultado em 12 de outubro de 2017
  35. «Introducing UNESCO». Unesco.org. Consultado em 8 de agosto de 2011
  36. «UNESCO. General Conference; 34th; Medium-term Strategy, 2008-2013; 2007» (PDF). Consultado em 8 de agosto de 2011
  37. «List of UNESCO members and associates». UNESCO. Consultado em 3 de novembro de 2011
  38. «Summary update on Government progress to become a State Party to the UNESCO International Convention against Doping in Sport» (PDF). WADA. 23 de outubro de 2008. Consultado em 6 de janeiro de 2017
  39. «State Parties». UNESCO. Consultado em 31 de outubro de 2011
  40. «Member States of the United Nations». United Nations. Consultado em 31 de outubro de 2011

Ligações externas

Bandeira da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura

A bandeira da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) é um dos símbolos oficias da instituição. Consiste no emblema branco da organização em um fundo azul. As cores azul e branco são as cores oficiais das Nações Unidas.

Candombe

O candombe é uma dança com atabaques típica da América do Sul. Tem um papel significativo na cultura do Uruguai dos últimos duzentos anos. Foi reconhecido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura como Patrimônio Oral e Imaterial da Humanidade. É uma manifestação cultural originada a partir da chegada dos escravos da África ao continente sul-americano. Em menor medida, existem manifestações de candombe no Brasil e Argentina. Na Argentina, pode ser encontrado em Buenos Aires, Santa Fé, Paraná, Salta e Corrientes. No Brasil, ainda mantém seu caráter religioso: vemo-lo no Estado de Minas Gerais.

O candombe foi integrado pela UNESCO na lista representativa do Património Cultural Imaterial da Humanidade em 2009.

Capital Mundial da Arquitetura

A Capital Mundial da Arquitetura (em inglês: World Capital of Architecture; em francês: Capitale mondiale de l'architecture) é um título criado em 2018 numa parceria da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) com a União Internacional de Arquitetos (UIA). A iniciativa visa preservar o patrimônio arquitetônico no contexto urbano.A cidade do Rio de Janeiro, no Brasil, será a primeira Capital Mundial da Arquitetura durante o ano de 2020. Com a designação recebida no dia 17 de janeiro de 2019, a cidade fica responsável pela organização do Congresso Mundial da União Internacional dos Arquitetos, a realizar-se entre 19 e 26 de julho de 2020.

Censo demográfico do Brasil de 2010

O censo demográfico do Brasil de 2010 foi a 12.ª operação censitária realizada em território brasileiro. Realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), teve o objetivo de retratar a população brasileira, suas características socioeconômicas e ao mesmo tempo, a base para todo o planejamento público e privado da década 2010-2020.

A fase preparatória teve início em 2007 e seus trabalhos foram intensificados em 2008. A fase principal da coleta de dados foi realizada nos meses de agosto, setembro e outubro de 2010. Mais de 190 mil recenseadores visitaram 67,6 milhões de domicílios nos 5.565 municípios brasileiros. O início da divulgação dos dados foi em dezembro de 2010.Para este recenseamento foram utilizadas novas tecnologias, possibilitando a realização do primeiro censo demográfico digital do mundo. Por este trabalho, o IBGE recebeu em 2011 da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization - UNESCO) o prêmio NetExplorateur.

Classificação Internacional Normalizada da Educação

Classificação Internacional Normalizada da Educação (do inglês: International Standard Classification of Education -ISCED) é uma classificação dos níveis educativos destinada a permitir a comparação de estatísticas e de políticas educativas entres sistemas educativos diferentes. A classificação foi desenvolvida pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) na década de 1970, tendo então como objectivo expresso ser um instrumento capaz de permitir a recolha, compilação e tratamento de estatísticas da educação a nível nacional e internacional. A ISCED foi aprovada pela Conferência Internacional de Educação, que reuniu em Genebra em 1975, e foi posteriormente adoptada pela Conferência Geral da UNESCO.

A ISCED foi sendo progressivamente actualizada, estando agora em aplicação a versão designada por ISCED 1997, aprovada pela 29.ª Conferência Geral da UNESCO em Novembro de 1997.

A ISCED serve de base à classificação dos níveis de profissionalização adoptada pela União Europeia no anexo à sua Decisão 85/368/CEE, do Conselho, de 16 de Julho de 1985, relativa à correspondência de qualificações de formação profissional entre Estados-membros, hoje vulgarmente utilizada na descrição das profissões na Europa.

O Instituto de Estatística da UNESCO propôs uma revisão do ISCED (ISCED-2011), que foi aprovadapela Conferência Geral da UNESCO em Novembro de 2011, que irá substituir ISCED-1997 nas colheita de dados internacionais a partir de 2014.

Conferência da Biosfera

A Conferência Intergovernamental de Especialistas sobre as Bases Científicas para o Uso Racional e a Conservação dos Recursos da Biosfera, comumente referida como Conferência da Biosfera de 1968 ou Conferência da Biosfera de Paris, foi um evento científico realizado em 1968 na cidade de Paris, com o objetivo central de tratar da conservação e do uso sustentável da biosfera. Dentre seus principais resultados encontra-se o estabelecimento do Programa o Homem e a Biosfera, que por sua vez é responsável pelas Reservas da Biosfera, um tipo de área protegida.

Este evento foi organizado sob a égide da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), em parceria com a Organização Mundial da Saúde (OMS), com a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e com as Nações Unidas (ONU), e com apoio da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) e do Conselho Internacional de Ciência (CIC).

Costa Amalfitana

A Costa Amalfitana ou Costa de Amalfi (em italiano, Costiera Amalfitana) é uma costa de grande beleza natural localizada na Província de Salerno, na região da Campânia, na Itália. É classificada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura desde 1997 como Património Mundial da Humanidade. Ela compreende as comunas de Vietri sul Mare, Cetara, Tramonti, Maiori, Minori, Ravello, Scala, Atrani, Amalfi, Conca dei Marini, Furore, Praiano e Positano.

Hospital da Santa Cruz e São Paulo

O Hospital da Santa Cruz e São Paulo (em catalão: Hospital de la Santa Creu i Sant Pau; em castelhano: Hospital de la Santa Cruz y San Pablo), também conhecido pelo nome abreviado de Hospital de Sant Pau, é um hospital de Barcelona, na Espanha. Foi projetado em estilo modernista catalão em 1901 pelo arquiteto catalão Lluís Domènech i Montaner, tendo sido terminado em 1930. Desde 1997, está inscrito como Patrimônio Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura.

Lista do Património Mundial em Cuba

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) propôs um plano de protecção aos bens culturais do mundo, através do Comité sobre a Proteção do Património Mundial Cultural e Natural, aprovado em 1972. Abaixo apresenta-se a lista do património mundial existente em Cuba. Cuba, um país-ilha que se localiza nas Caraíbas (América Central), aceitou a convenção em 24 de Março de 1981, tornando os seus locais históricos elegíveis para inclusão na lista.Cuba teve seu primeiro local incluído na lista na 6ª Sessão do Comité do Património Mundial, realizado na sede da UNESCO em Paris, França, em Dezembro de 1982. Naquela sessão, a Cidade antiga de Havana e suas fortificações, um local incluído a parte e central histórico de Havana, bem como fortificação colonial espanhola, foi inscrita na lista.As inclusões de Cuba na lista incluem uma variedade de locais. Dois locais são selecionados por sua importância natural: o Parque Nacional Alejandro de Humboldt nas províncias orientais de Holguín e Guantánamo, e o Parque Nacional Desembarco del Granma, nomeados pelo iate que levou os membros do Movimento 26 de Julho que iniciaram a Revolução Cubana. As paisagens da cidade incluem Havana Antiga, Trinidad e Camagüey, todas fundadas pelos primeiros colonizadores espanhóis no século XVI. Os locais também incluem regiões agrícolas históricas, incluindo as plantações de café do sudeste de Cuba, e na região do tabaco do Vale de Viñales.

Em 20 de Outubro de 2019, existem nove locais em Cuba que são chamados de Património Mundial.

Medalha de ouro

Medalha de ouro é uma medalha concedida pelas mais altas conquistas em atividades não militares. Seu nome vem do uso nela de ao menos uma fração de ouro em forma de liga metálica ou chapeamento.

Desde o século XVIII medalhas de ouro tem sido agraciadas nas artes, como, por exemplo, a Real Academia Dinamarquesa de Ciências, que as concedia geralmente como um símbolo de um prêmio para dar a um estudante excepcional alguma liberdade financeira. Outras oferecem apenas o prestígio da própria medalha. Atualmente, diversas organizações importantes concedem medalhas de ouro anualmente ou esporadicamente, incluindo a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura e várias sociedades acadêmicas. Enquanto a maioria destas medalhas são de ouro puro, algumas exceções notáveis são banhadas a ouro ou são de prata dourada, como as dadas nos Jogos Olímpicos, a Medalha Lorentz, a Medalha de Ouro do Congresso dos Estados Unidos e a medalha do Prêmio Nobel. As medalhas do Nobel consistem de 18 quilates de ouro verde revestidas com ouro de 24 quilates.

Núbia

Núbia é a região situada no vale do rio Nilo que atualmente é partilhada pelo Egito e pelo Sudão. Na antiguidade, desenvolveu-se na mais antiga civilização da África, baseada na sociedade do Alto Egito. Napata, antes de ser a capital da Núbia (independente da sua metrópole colonial egípcia), era uma mera colonia egípcia ao sul de Assuã, anexada durante o Médio Império.Aparentemente, os núbios eram filhos de colonos sul-egípcios com escravas nilóticas, que deu origem ao Reino de Cuxe, que existiu entre o III milênio a.C. e o século IV d.C.. Este reino foi então dominado pelo Reino de Axum e, a princípio, os núbios formaram novos pequenos estados fora da região ocupada. Um deles, Macúria tornou-se preponderante na região, assinando um pacto com o Egito islâmico para conservar a sua religião cristã (copta), que foi mantida até ao século XIV, quando foi finalmente submetida aos árabes dominantes, mais precisamente pelos Turcos Mamelucos, por volta de 1315. Eles impuseram sua religião muçulmana e colocaram no poder um príncipe Núbio convertido ao Islã.

No entanto, a parte sul conservou-se independente, como o Reino de Senar, até ao século XIX, quando o Reino Unido ocupou a região. Com a independência dos atuais estados africanos, os núbios ficaram divididos entre o Egito e o Sudão. Nesta região, na grande curva do Nilo, na parte sudanesa, encontram-se as ruínas das cidades de Napata, perto do monte Jebel Barcal, e Meroé que foram inscritos pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), em 2003, na lista do Património Mundial.

Parada dos Navios/Valongo

Parada dos Navios/Valongo é uma das estações do VLT Carioca, situada no Rio de Janeiro, entre a Parada Utopia AquaRio e a Parada dos Museus. Faz parte da Linha 1.Foi inaugurada em 13 de junho de 2016. Localiza-se na Orla Conde. Atende o bairro da Gamboa.

A estação recebeu esse nome por estar situada em frente à Estação Marítima de Passageiros do Porto do Rio de Janeiro, um terminal de cruzeiros localizado no Cais da Gamboa. Administrado pelo Pier Mauá, desde 1998, a estação é a principal porta de entrada do turismo internacional no país.

Em dezembro de 2018, foi renomeada de "Parada dos Navios" para "Parada dos Navios/Valongo", em homenagem à cultura africana, assim como as novas estações da Linha 3. "Valongo" faz referência ao Cais do Valongo, local de desembarque dos negros africanos escravizados que foi descoberto durante as obras do Porto Maravilha e, posteriormente, declarado Patrimônio da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

Parque Estadual da Serra da Tiririca

Parque Estadual da Serra da Tiririca é um parque estadual localizado nos municípios de Niterói e Maricá, no estado do Rio de Janeiro, no Brasil. Foi criado pela Lei Estadual 1 901, de 29 de novembro de 1991, de autoria do então Deputado Estadual Carlos Minc. Foi declarado "reserva mundial da biosfera" pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura em 1992. Em 2012, teve seus limites ampliados pelo Decreto Estadual 43 913, incorporando a Reserva Municipal Darcy Ribeiro, as ilhas Pai, Mãe e Menina e o Morro da Peça, passando a abranger uma área de 3 568 hectares.

Parque Nacional do Simien

O Parque Nacional de Simien é um parque nacional da Etiópia. Ele foi declarado património mundial pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura em 1978.

Património Mundial na Islândia

A Islândia tem 2 sítios declarados como Património Mundial da UNESCO, um cultural e um natural.

Esta lista do Patrimônio Mundial na Islândia foi especificamente elaborada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO). A listagem é feita de acordo com dez critérios principais em vigor, e os itens são julgados por especialistas na área.

Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade

Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade (pt-BR) ou Património Cultural Imaterial da Humanidade (pt), também chamado Patrimônio Cultural Intangível da Humanidade e antes designado Patrimônio Oral e Imaterial da Humanidade, é uma distinção criada em 1997 pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura para a proteção e o reconhecimento do patrimônio cultural imaterial, abrangendo as expressões culturais e as tradições que um grupo de indivíduos preserva em respeito da sua ancestralidade, para as gerações futuras. São exemplos de patrimônio imaterial: os saberes, os modos de fazer, as formas de expressão, celebrações, as festas e danças populares, lendas, músicas, costumes e outras tradições.

A cada dois anos são escolhidos os bens a partir das candidaturas apresentadas pelos países signatários da Convenção para a Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial. A primeira lista de bens inscritos foi divulgada em 2001, seguida por outras duas, em 2003 e 2005, totalizando 90 bens imateriais inscritos.

Tebas (Egito)

Tebas (Uaset em antigo egípcio) foi uma cidade do Antigo Egito. Localizada a 800 km do delta do Nilo a sul de Alexandria. Foi capital do reino durante o Império Novo (c. 1550 a.C. - 1070 a.C.). Foi, posteriormente, a capital das províncias romanas de Tebaida e da Tebaida Superior. Hoje, nas suas proximidades, ergue-se a cidade de Luxor. Tebas e a sua Necrópole foram classificados Património Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura em 1979.

UNESCO Courier

O Correio da UNESCO é uma revista online publicada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura,UNESCO. A revista está escrita jornalisticamente e cada questão parece em um único assunto de ângulos diferentes.

Universidade da Virgínia

Universidade da Virginia é uma universidade do estado da Virgínia, nos Estados Unidos. É a única universidade dos Estados Unidos designada como patrimônio mundial pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO).Thomas Jefferson encabeçou pessoalmente o movimento para a criação da Universidade da Virginia, que ainda se encontra localizada nas proximidades de Charlottesville. Jefferson desenhou a planta original da universidade e seus edifícios principais, entre eles a magnífica rótula que ainda se pode ver no coração de Charlottesville.

Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO)
Patrimônio Mundial
Património Imaterial
Reserva da biosfera
Documentos
Sistema
História
Documentos
Eleições
Organizações
relacionadas

Noutras línguas

This page is based on a Wikipedia article written by authors (here).
Text is available under the CC BY-SA 3.0 license; additional terms may apply.
Images, videos and audio are available under their respective licenses.