Benjamin Mazar

Benjamin Mazar (em hebraico: בנימין מזר; nascido Binyamin Zeev Maisler, 28 de junho de 1906 – 9 de setembro de 1995) foi um historiador e arqueólogo judeu.

Benjamin Mazar
Benjamin Mazar
Nascimento 28 de junho de 1906
Ciechanowiec
Morte 9 de setembro de 1995 (89 anos)
Jerusalém
Sepultamento Monte dos Descansos
Cidadania Israel
Alma mater Universidade Hebraica de Jerusalém, Universidade de Giessen
Ocupação antropólogo, arqueólogo, pedagogo, escritor, historiador
Prêmios Prêmio Israel, Prêmio Harvey

Prêmios e condecorações

Ver também

Referências

  1. «Sítio oficial do Prêmio Israel — Premiados em 1968 (em hebraico)»
  2. «Recebedores do Prêmio Yakir Yerushalayim (em hebraico)». Sítio oficial da cidade de Jerusalém
  3. «Sítio oficial do Prêmio Harvey»
Acra (fortaleza)

Acra (em hebraico: חקרא; em grego: Aκρα) era um complexo fortificado em Jerusalém, construído por Antíoco Epifânio logo depois de seu saque da cidade, realizado em 168 a.C.. A fortaleza desempenhou um papel significativo nos eventos relacionados à Revolta dos Macabeus, e à formação do Reino Hasmoneu. Foi destruída por Simão Macabeu durante este conflito.

A localização exata da Acra, crítica para a compreensão da Jerusalém helenística, continua a ser tema de debate. Historiadores e arqueólogos propuseram diversos sítios em torno da cidade, com base principalmente em conclusões extraídas das evidências literárias. Este enfoque só começou a mudar diante das novas escavações, iniciadas no fim da década de 1960; novas descobertas provocaram a reavaliação das fontes literárias da Antiguidade, da geografia de Jerusalém e dos artefatos que haviam sido descobertos anteriormente. O arqueólogo israelense Yoram Tsafrir interpretou uma junta de alvenaria encontrada no canto sudeste do monte do Templo como uma pista para a provável localização da Acra. Durante as escavações de 1968 e 1978, realizadas pelo historiador israelense Benjamin Mazar na área adjacente ao muro sul do monte, foram descobertas evidências que podem estar relacionadas com a Acra, incluindo aposentos que se assemelham a casernas, e uma imensa cisterna.

O termo acra, no grego antigo, era utilizado para descrever outras estruturas fortificadas durante o período helenístico. Esta acra frequentemente é chamada de Acra Selêucida, para diferenciá-la de outras referências que descrevem a Baris ptolemaica como uma acra, bem como do bairro de Jerusalém que herdou este nome.

Lista de agraciados com o Prêmio Israel

Esta é uma lista dos agraciados com o Prêmio Israel.

Prémio Harvey

O Prémio Harvey é um prémio atribuído pelo Instituto de Tecnologia de Israel Technion situado em Haifa.

Este prémio, criado em homenagem a Leo M. Harvey visa premiar os que se distinguiram na ciência desde 1972.

Segundo Templo

O Segundo Templo foi o templo que o povo judeu construiu após o regresso a Jerusalém, a vinda depois de anos no Cativeiro Babilónico, no mesmo local onde o Templo de Salomão existira antes de ser destruído. Foi destruído novamente no ano 70 pelos soldados romanos liderados pelo general Tito.

Templo de Salomão

De acordo com a Bíblia hebraica, o Templo de Salomão, também conhecido como Primeiro Templo, foi o Templo Sagrado (em hebraico: בֵּית־הַמִּקְדָּשׁ: Beit HaMikdash) na antiga Jerusalém antes da sua destruição por Nabucodonosor II após o cerco de Jerusalém de 587 a.C. e sua posterior substituição pelo Segundo Templo no século VI aC.

A Bíblia hebraica afirma que o templo foi construído sob o reinado de Salomão, rei do Reino Unido de Israel e Judá e que, durante o Reino de Judá, o templo foi dedicado a Javé, e cujo interior habitava a Arca da Aliança. O historiador judeu Josefo diz que "o templo foi queimado 470 anos, 6 meses e 10 dias depois de ter sido construído", embora fontes rabínicas afirmem que o Primeiro Templo ficou de pé por 410 anos e, com base em Seder Olam Rabá, a construção do local em 832 a.C. e sua destruição foi 422 a.C., 165 anos depois do que as estimativas seculares.

Por causa das sensibilidades religiosas envolvidas e da situação politicamente volátil em Jerusalém, apenas foram realizadas pesquisas arqueológicas limitadas sobre o Monte do Templo. Não foram permitidas escavações arqueológicas no Monte do Templo durante os tempos modernos. Portanto, há poucas peças de evidências arqueológicas da existência do Templo de Salomão. Uma romã de marfim que menciona sacerdotes na casa "de --- h" e uma inscrição que registra a restauração do Templo sob o reinado de Joás apareceu no mercado das antiguidades, mas sua autenticidade foi questionada e é objeto de controvérsia.

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