Abdão

Abdão ou Abdom foi o décimo primeiro juiz de Israel na ordem cronológica de juízes. Pertencia à tribo de Efraim. Era filho de Hillel.

Exerceu o cargo de juiz durante oito anos (1165 a.C à 1157 a.C). Teve como sucessor Sansão. E depois dele julgou a Israel Adom, filho de Hilel, o piratonita, que tinha este quarenta filhos, e trinta netos, que cavalgavam sobre setenta jumentos; e julgou a Israel oito anos. (Juízes 12:13-14)

Precedido por
Elom
Juiz de Israel Sucedido por
Sansão

Referências

  • Grande Dicionário Enciclopédico ediclube, Dep. Legal BI – 1697-1996.
  • Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira, Dep. Legal 15022-1987
  • Dictionnaire universel d'histoire et de géographie.
Abimeleque

Abimeleque foi um rei de Siquém, filho de Gideão através de uma concubina (Juízes 8:31). Esta relação envolveu um casamento matrilinear, segundo o qual a esposa vive na casa de seus pais, e os filhos ficam pertencendo ao clã materno. Quando Gideão morreu, este homem quis tornar-se rei, primeiramente através dos chefes de seu clã, e depois por aclamação popular. Para consolidar sua autoridade, mandou matar os setenta filhos de seu pai.

Apenas Jotão, entre os filhos de seu pai, sobreviveu ao massacre. Este postou-se no monte Gerizim, com seus seguidores armados e pronunciou sua famosa fábula de rei-espinheiro, que não possuía capacidade para governar. Esta fábula também predizia a destruição de Abimeleque e de seus súditos (Juízes 9:7-11).

Abimeleque Destruiu a cidade de Siquém após uma revolta de Gaal, e foi atingido por uma pedra de moinho atirada por uma mulher que quebrou a cabeça do mesmo. Após disso Abimeleque pediu ao rapaz que segurava suas armas para o matar para não parecer que tinha sido morto por uma mulher. (Juízes 9:50-54)

Calendário tridentino

O calendário tridentino é essa forma do Calendário Romano Geral que foi estabelecida pelo Papa Pio V ao implementar a decisão do Concílio de Trento na sua última sessão de pedir ao papa a rever o Missal Romano e o Breviário Romano.Esse calendário foi incluído na primeira edição tridentina do Breviário em 1568 e do Missal em 1570 Pode consultar-se também nas edições iuxta typicam da mesma época, como a do Missal Romano produzida pela Imprenta Aldina em Veneza em 1574.

Correlhã

Correlhã é uma freguesia portuguesa do concelho de Ponte de Lima, com 8,04 km² de área e 2 936 habitantes (2011). A sua densidade populacional é 365,24 hab/km². Foi, até ao início do século XIX, cabeça de couto que incluía também a freguesia de Paradela de Seara.

Correlhã é uma das mais antigas e ricas freguesias do concelho. Localiza-se a menos de três quilómetros de Ponte de Lima.

Débora (juíza)

Débora, cujo nome significa "abelha", foi profetisa e a quarta juíza de Israel. Sua história está descrita no Livro dos Juízes, capítulos 4 e 5. Ela, juntamente com Baraque, liderou os israelitas contra o domínio de Canaã, por volta do século XII a.C.. Antes dela foram juízes em Israel Otniel, Eúde e Sangar. Ela é a única mulher citada na Bíblia a ter o status de juíza. Sua origem parece ser simples, pois no texto bíblico ela é apresentada como esposa de Lapidote e que prestava atendimento como profetisa debaixo das palmeiras.

Eli (juiz de Israel)

Eli, na Bíblia, foi um Sumo Sacerdote e Juiz de Israel. Foi ele quem criou Samuel.

Eli aparece na Bíblia descrito como pai de Hofni e Finéias, a observar a oração de Ana (mãe do profeta Samuel). Morreu aos 98 anos quebrando o pescoço ao cair da cadeira após receber a notícia que os filisteus haviam tomado a arca da aliança e matado seus filhos.

Julgou a Israel por 40 anos (I Samuel 4:18).

Segundo as Crônicas Samaritanas Eli era filho de Jafné da família de Itamar filho de Aarão. Por questões políticas ele usurpou o sacerdócio pois era um ancião com grande influencia entre os governantes do povo. Uzi era o verdadeiro sumo-sacerdote que haveria de suceder Buqui. Uzi era jovem e por este motivo Eli não aceitava estar sob a autoridade dele. Eli por sua falta de zelo executou um sacrifício incorreto (faltando sal), o que fez com que a presença de Deus sobre o tabernáculo desaparecesse (Deuteronômio 31:17-18, 32:20). Eli abandonou o monte Gerizim e então partiu para Siló e lá montou um novo tabernáculo com utensílios falsos, o que incluía uma outra arca (a qual atraia maldições). E com o livro de Balaão passou a praticar bruxarias e encantamentos e a sacrificar aos ídolos sobre o monte Ebal, dessa forma levando muitos ao caminho do erro. Foi por esta causa que veio a fome a as guerras contra Israel nos anos seguintes conforme já havia sido profetizado por Moisés (Deuteronômio 32:15-25).

Elom

Para outros usos, veja Elom (desambiguação)Na bíblia, Elom (em hebraico: אֵילֹן, hebraico moderno: Elon, tiberiano: ʼÊlōn, "carvalho", latim: Ahialon) foi um juiz de Israel.

Ele sucedeu Ibsã e foi sucedido por Abdon. É dito que ele era da tribo de Zebulom, julgou Israel durante dez anos, e foi sepultado em Aijalom em Zebulom (Juízes 12:11).

Eúde

Eúde foi o quinto juiz de Israel seguinte a Otniel. Ele era filho de Gera, da tribo de Benjamim, e era canhoto.

Gideão

Gideão (גִּדְעוֹן, hebraico: Gidʻon), também conhecido por Jerub-Baal, é um juiz que aparece no livro da Bíblia, Juízes (cap. VI a VIII). Ele também é mencionado nas Epístola aos Hebreus como um exemplo de homem cheio de fé e do Espírito Santo. Ele é filho de Joás, abiezrita da tribo de Manassés. O nome Gideão significa "destruidor", "guerreiro poderoso" ou "lenhador". Ele foi o quinto juiz de Israel, segundo a Bíblia.

Ibsã

Ibsã ou Ibzã foi um dos juízes de Israel, pertenceu a tribo de Judá.

Ibsã foi o 9º Juiz sobre Israel, julgou a Israel sete anos (1103 a 1096 AC). Pouco se sabe a respeito de Ibsã, a não ser que morava em Belém, pertencia a tribo de Judá, e que ele tinha trinta filhos, e trinta filhas que casou fora; e trinta filhas que trouxe de fora para seus filhos.

Sua História é contada na Bíblia no livro de Juízes 12:8,9.

Jair

Jair (em hebraico: יָאִיר) foi um dos juízes de Israel, um gileadita, sucedendo a Tola.Jair julgou Israel por vinte e dois anos (1219 - 1197 a.C., pelos cálculos de Jerônimo de Estridão ). Ele tinha trinta filhos, que montavam em trinta jumentos, e tinham trinta cidades que, à época da composição do livro de Juízes, se chamavam Havote-Jair, na terra de Gileade.

Ao morrer, ele foi sepultado em Camom. Após sua morte, Israel voltou a pecar contra Jeová, adorando aos baalins, a Astarote e aos deuses da Síria, Sidon, Moabe, Amom e dos filisteus; Jeová os entregou nas mãos dos filisteus e dos filhos de Amom, por dezoito anos, até que surgiu o novo juiz, Jefté.

== Referências ==

Jefté

Jefté (hebraico./aramaico. יפתח Yiftah / Yipthaχ) é um personagem do Antigo Testamento que foi o 8º juiz de Israel por um período de seis anos (Juízes 12:7) entre a conquista de Canaã e o primeiro rei. Jefté viveu em Gileade e foi um membro da Tribo de Gade (Josué 12:1,6 e 13:1). Na divisão das terras de Israel, a tribo de Gade (7º filho de Jacó) ficou com a terra além do Jordão, a terra de Gileade. O nome de seu pai era também Gileade.

Depois de ser expulso da casa de seu pai pelo seus meio-irmãos, por ser filho de uma mulher canaanita, ele foi viver em Tobe, a leste de Gileade e foi viver com homens levianos (Jz 11.3). Os amonitas entraram em guerra contra os israelitas e não tinham nenhum homem com as qualificações de Jefté, homem valoroso e guerreiro, e os anciões foram buscá-lo na terra de Tobe. Segundo o historiador dos hebreus Flávio Josefo, quando os anciões de Israel suplicaram a Jefté que lutasse por eles, de início ele se recusou, pois quando ele fora expulso por seus irmãos de sua própria casa ninguém o ajudou, mesmo todos sabendo que ele era o filho primogênito e que isso o dava direito de ter duas partes na herança deixada por seu pai.

Todavia quando Gileade seu pai morreu, Jefté tinha 17 anos e era um jovem sem muita sabedoria. Seus irmãos se aproveitaram disso, e assim expulsaram Jefté de Gileade, pelo que ele partiu para Tobe. Lá foi ter com homens levianos que logo se tornariam soldados de Jefté. Como toda tropa tem o perfil de seu líder, assim esses homens também mudaram sua personalidade e adquiriram respeito sendo eles liderados por Jefté. Estrategicamente, para evitar derramamento de sangue, Jefté tentou negociações com reinos vizinhos, no que não obteve sucesso, partiu para um segundo plano: um ataque sob a direção de Deus.

Antes de partir para a guerra ele fez um voto ao Senhor: caso ele retornasse para casa vitorioso, o primeiro ser que saísse pela porta de sua casa, ao seu encontro, seria oferecido em holocausto ao Senhor. Ele voltou vitorioso, mas quem saiu ao seu encontro foi sua filha única, cujo relato bíblico afirma que ela morreu antes de conhecer - ter relações íntimas com - um homem (Jz 11:39). Há quem diga que Jefté não ofereceu sua filha em sacrifício por dois motivos:

(1) Ele certamente conhecia a lei de Deus que proibia rigorosamente sacrifícios humanos, e por certo, sabia que Deus tinha tal ato como uma abominação intolerável (Lv 18.21; 20.2-5; Dt 12.31; 18.10-12).

(2) A menção enfática de que "ela não conheceu varão" (i.e., não se casou), deixa claro que ela foi apresentada a Deus como sacrifício vivo, dedicando toda sua vida como virgem, e ao serviço do santuário nacional de Israel (Êxodo 38:8;1/Samuel 2:22/Juízes 11:35). Logo que ele a viu, rasgou as suas vestes, e disse: "Ai de mim, filha minha! Muito me abateste; és tu a causa da minha desgraça! Pois eu fiz, um voto ao Senhor, e não posso voltar atrás." (Juízes 11:36)

Ela lhe respondeu: "Meu pai, se fizeste um voto ao Senhor, faze de mim conforme o teu voto, pois o Senhor te vingou dos teus inimigos, os filhos de Amom."

Josué

Josué, também chamado Oseias (Números 13:8 - Números 14:6) (ou Joshua, do hebraico יהושוע בן נון, Yehoshua ou Yeshua, significa "Yauh Salva" ou "Javé é Salvação", Iesous na transliteração para o grego, e na forma latina, Jesus), Josué era chamado originalmente de Oseias, entretanto, seu nome fora mudado por Moisés, em Cades.Oseias significa “salvação”, todavia, seguindo a prática hebreia e semítica de mudar o nome a fim de ratificar a mudança de posição ou destino, Moisés, influenciado pelo Espírito de Deus, muda o nome do primogênito da tribo de Efraim para Yehōshuāh. Com a mudança do nome, altera-se também a função e a responsabilidade dele diante de Deus e do povo de Israel.

No cânon hebraico, o livro de Josué é o primeiro rolo dos “Livros dos Profetas”; de acordo com a tradição judaico-cristã, é o nome do líder de Israel, sucessor do profeta Moisés. Filho de Num, da Tribo de Efraim, Josué foi ajudante de Moisés durante o êxodo dos israelitas do Egito e os 40 anos pelo deserto do Sinai. Quando Eldade e Medade estavam cheios do Espírito de Deus e profetizando, Josué rogou a Moisés que os proibisse, mas Moisés não o atendeu dizendo: "Quem dera todo o povo do Senhor fosse profeta e que o Senhor pusesse o seu Espírito sobre eles!". Depois da morte de Moisés, Josué liderou o povo de Israel na conquista das cidades-estados da terra de Canaã. E foi responsável por conduzir os israelitas à Terra Prometida. A narrativa bíblica deixa claro que Josué foi um dos maiores estrategistas da História da Humanidade, tendo liderado o povo de Israel em conflito com cerca de trinta cidades da terra de Canaã, durante a campanha militar de invasão do seu povo. Nota-se sua inteligência como estrategista de guerra do numeroso exército que comandava em obediência ao mandado de Deus de fazer juízo contra os povos de Canaã, que dentre outras barbaridades faziam sacrifícios humanos, inclusive de crianças, às suas divindades de barro. Diferente de outros povos que invadiam e dominavam territórios na Antiguidade, escravizando parte daqueles que eram derrotados e/ou exigindo o pagamento periódico de tributos, a campanha liderada por Josué era para conquistar a Terra Prometida e para isso em muitos momentos precisou executar pessoas. No entanto, para aqueles que voluntariamente declaravam adoração ao Deus dos hebreus, como fez Raabe (de Jericó) e sua família, poderiam conviver com o povo hebreu sem serem molestados.

As destruições das cidades de Jericó e de Ai são contadas minuciosamente na Bíblia, e relatam a liderança de Josué na conquista daquelas cidades-estado. No caso da cidade de Ai (a segunda a ser invadida), como a cidade também era murada e apresentou uma resistência melhor no primeiro ataque, Josué armou uma emboscada atrás da cidade. Quando instigou o Rei de Ai a sair da cidade com seu exército para persegui-lo com os israelitas, Josué tinha deixado um grupo de cinco mil homens escondidos atrás da cidade, que a invadiram nesse momento, e a incendiaram. Em seguida cercaram o Rei de Ai com seu exército, que só nesse momento viu que tinham caído em uma armadilha e estavam cercados de ambos os lados pelos inimigos. O exército de Ai foi inteiramente derrotado pelos israelitas mas o Rei de Ai foi capturado vivo e conduzido a Josué. Em seguida, os israelitas voltaram a cidade de Ai e mataram toda a população, não parando até que foram mortos todos os habitantes de Ai. Segundo a Bíblia, o total de mortos da cidade foi de doze mil pessoas. Em seguida, Josué ordenou que a cidade fosse incendiada, transformando-a em um montão de cinzas. O Rei de Ai foi executado após a total destruição de sua cidade, sendo enforcado em uma árvore.

Lista de património edificado no distrito de Viana do Castelo

Esta lista é uma sublista da Lista de património edificado em Portugal para o Distrito de Viana do Castelo, ordenada alfabeticamente por concelho, baseada nas listagens do IPPAR de Março de 2005 e atualizações.

Legenda:

Os monumentos podem eventualmente ter várias designações, sendo estas separadas nesse caso pela conjunção "ou";

Por vezes vários edifícios fazem parte de uma mesma classificação patrimonial, sendo nesse caso separados pela conjunção "e";

A existência de dois graus de classificação diferente para um mesmo monumento (usualmente VC e outro) significa que este aguarda uma classificação definitiva, se bem que tenha sido homologado com o grau indicado (ex: VC-IIP é um imóvel em vias de classificação, homologado com o grau de Imóvel de Interesse Público).Observação: São preservadas as denominações adoptadas pelo IPPAR, mesmo que elas apresentem outras alternativas. Nestes casos há redireccionamento para aquela em que o artigo está redigido, podendo ou não esta designação aparecer na lista.

Livro dos Juízes

O Livro dos Juízes (em hebraico: ספר שופטים, Sefer Shoftim) é o sétimo livro da Bíblia hebraica e do Antigo Testamento da Bíblia cristã. Ele narra a história dos juízes bíblicos, os líderes inspirados cujo conhecimento direto de Javé permitiu-lhes agir como campeões dos israelitas contra a opressão de monarcas estrangeiros e como modelos do comportamento sábio e fiel requerido deles por Javé depois do êxodo do Egito e da conquista de Canaã. As histórias seguem um padrão consistente por todo o livro: o povo se mostra infiel a Javé, que, por isso, os entrega na mãos de seus inimigos; o povo se arrepende e implora misericórdia a Javé, que lhes envia um líder ou campeão ("juiz"); o juiz liberta os israelitas da opressão e eles prosperam, mas logo caem novamente na falta de fé e o ciclo se repete. Estudiosos consideram que muitas das histórias em Juízes são as mais antigas da história deuteronômica com uma grande redação no século VIII a.C.; alguns trechos, como o "Cântico de Débora", são muito mais antigos e podem ser de uma época próxima à que o livro relata.

Otniel

Otniel ou Otoniel ( /ˈɔːθniəl/ ou /ˈɒθniəl/; em hebraico עָתְנִיאֵל בֶּן קְנַז Otniel Ben Knaz / ʻOṯnîʼēl Ben Qənáz, "Leão / poder de Deus") é o quarto dos juízes bíblicos.

Samuel (Bíblia)

Samuel (= Em nome de El; ca. 1056-1004 a.C.) filho de Elcana e Ana, da região de Efraim. Último Juízes em Israel e primeiro dos Profetas após Moisés. Para a história israeli Samuel foi quem inaugurou a monarquia quando ungiu Saul e David reis de Israel. Sua história é contada no Livro de I Samuel 1 a I Samuel 4:1; onde é interrompida para relatar o conflito com os filisteus.

Sangar

Sangar, filho de Anate, foi o sexto juiz de Israel, sucedendo a Eúde (segundo o capítulo 3 do livro de Juízes).

Sangar matou seiscentos filisteus com uma aguilhada de boi.No capítulo 4 do livro de Juízes, o juiz que sucede a Eúde é Débora.Esta aparente contradição é explicada como se Sangar fosse juiz ao mesmo tempo que outro juiz.

Eusébio de Cesareia junta Sangar com Eúde, fazendo-os juízes ao mesmo tempo, e atribuindo o período de 80 anos (mencionado em Juízes 3:30) que a terra de Israel ficou livre da opressão ao período em que ambos foram juízes. Pelos cálculos de Jerônimo de Estridão, o período atribuído a Eúde foi de 1404 a 1324 a.C..Adam Clarke, citando Calmet, interpreta esta aparente contradição como se Sangar fosse o juiz na região de Judá e Débora fosse a juíza na região de Efraim.Já John Gill interpreta o texto que dá Débora como sucessora de Eúde como se o período em que Sangar foi juiz tivesse sido muito curto, e o povo de Israel não teria sido reformado no seu período.

Sansão

Sansão (em Hebraico: שִׁמְשׁוֹן, Shím'shôn, Hebraico tiberiano: Šimšôn que significa "pequeno sol", ou "filho do sol"), (em Árabe: شمشون, Shamshūn/Samsun) ou (em Grego: Σαμψών, Sampson) de acordo com a sua descrição na bíblia hebraica, foi um homem nazireu, filho de Manoá, nascido de mãe estéril (Juízes 13:2) e que liderou os israelitas contra os filisteus. Ele era da tribo de Dã e foi o décimo terceiro juiz de Israel, sucedendo a Abdon. A Bíblia relata que Sansão foi juiz do povo de Israel por vinte anos (Juízes 16:31), aproximadamente de 1177 a.C. a 1157 a.C., sendo o sucessor de Abdon e o antecessor de Eli.

Distinguia-se por ser portador de uma força sobre-humana que, segundo a Bíblia, era-lhe fornecida pelo Espírito Santo de Deus enquanto se mantivesse obediente ao Deus dos Exércitos (ver artigo sobre os nazireus). Subjugava facilmente seus inimigos e produzia feitos inalcançáveis por homens comuns, como rasgar um leão novo ao meio, enfrentar um exército inteiro e matar uma multidão de filisteus (depois de descobrir que foi enganado) para pegar suas roupas, pagando uma aposta. (Juízes 14:6; 15:14; 16:23).

De acordo com o texto bíblico, Sansão apaixonou-se por Dalila, uma mulher do povo filisteus, a qual o traiu entregando-o aos chefes de sua nação, depois de saber sobre os seus cabelos, os quais eram a fonte de sua força sobre-humana. Após ser cegado pelos filisteus, Sansão passou à condição de escravo.

Sansão morreu sacrificando-se para se vingar de seus inimigos, após ter clamado a Deus pela restituição de sua força para um último e definitivo ato.

Sua história inspirou o filme Sansão e Dalila de Cecil B. DeMille, feito em 1949.

Tola (Bíblia)

Tola (em hebraico: תּוֹלָע, hebraico moderno: Tolaʻ, tiberiano: Tôlāʻ; "minhoca, larva") foi um dos juízes de Israel, cuja carreira está documentada em Juízes 10:1-2.

Antes de Tola, Israel teve sua primeira experiência com a monarquia, quando Abimeleque, filho do juiz Gideão (Jerubaal), tentou reinar sobre Israel.

Tola, filho de Puá e neto de Dodo da tribo de Issacar, julgou Israel por 23 anos após a morte de Abimeleque e viveu em Samir, na montanha de Efraim, onde também foi enterrado.De todos os juízes bíblicos, a menor quantidade escrita é sobre Tola. Nenhuma das suas obras são registradas. A descrição inteira de Juízes 10:1-2 é a seguinte:

1 "Depois de Abimeleque, um homem de Issacar chamado Tola, filho de Puá, filho de Dodô, levantou-se para libertar Israel. Ele morava em Samir, nos montes de Efraim,

2 e liderou Israel durante vinte e três anos; então morreu e foi sepultado em Samir."Pelos cálculos de Jerônimo de Estridão, Tola julgou Israel entre 1241 e 1219 a.C.Após a morte de Tola, o gileadita Jair foi o juiz de Israel.

Noutras línguas

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